terça-feira, 31 de maio de 2011

Sem assunto

Não tenho escrito muito no blog - acho que estou com um certo bloqueio mental.
Estou incomodada, não tanto com o mundo onde habito, mas com o mundo que habita em mim. E enquanto essa inquietação não acabar, fico meio sem ação, sem ter muita vontade de verbalizar o palavras que nem mesmo eu sei.

domingo, 29 de maio de 2011

Rir é o melhor remédio.

Piratas do Caribe 4

Essa semana fui ver Piratas do Caribe 4. Jack Sparrow, como sempre, está sem seu Pérola Negra. Ao tentar reunir marujos para recuperar seu navio, reencontra um antigo amor do passado. Ela então mostra o paradeiro do Pérola, e convence Jack a embarcar em uma aventura em busca da fonte da juventude, para então ela o ajudar a recuperar o navio. Muitas trapalhadas, muitas peripécias e muitas risadas. E, claro, os trejeitos cada vez mais loucos de Jack Sparrow!
Diversão garantida, assim como os outros filmes da série.

domingo, 22 de maio de 2011

Improvável!

Ontem fui assistir ao espetáculo Improvável. Já tinha visto vários vídeos no youtube, todos muito divertidos, mas nunca tinha tido a oportunidade de vê-los ao vivo. Até ontem.
Teatro lotado, sentamos. O encarte da peça já é, em si, uma comédia! Muito criativo e engraçado. Luzes se apagam, e a apresentação começa. Risada do começo ao fim!!! Os atores são muito bons!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dona Cila

Desde a primeira vez que ouvi essa música, há mais de um ano, eu me apaixonei! Linda, delicada, "Dona CIla", de Maria Gadu, é a música da vez.

De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minha alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu

Se queres partir, ir embora
Me olha de onde estiver
Que eu vou te mostrar que eu to pronta
Me colha madura do pé

Salve, salve essa nega
Que axé ela tem
Te carrego no colo e te dou minha mão
Minha vida depende só do teu encanto
Cila pode ir tranquila
Teu rebanho tá pronto

Teu olho que brilha e não para
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha
Neguinha, te encontro na fé

Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diacho, ele tem que querer

Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha
Precisando dormir
Quando ela chegar
Tu me faça um favor
Dê um manto a ela, que ela me benze aonde eu for

O fardo pesado que levas
Desagua na força que tens
Teu lar é no reino divino
Limpinho cheirando a alecrim

quarta-feira, 18 de maio de 2011

E o português, como fica?

Nos últimos dias uma notícia sobre um livro distribuído pelo MEC gerou polêmica. Não tive contato com o livro, mas o que falam é que ele defende o erro de concordância. Li uma reportagem da Folha Online/uol, e um trecho da reportagem diz: Um capítulo do livro "Por uma Vida Melhor", da ONG Ação Educativa, uma das mais respeitadas na área, diz que, na variedade linguística popular, pode-se dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". (...) "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Concordo que na linguagem cotidiana nós emendamos uma palavra na outra, comemos alguns "R" e "S", abreviamos algumas palavras. Por exemplo, a palavra "você". Aqui cabe lembrar que "você" é uma sucessão de abreviações - a palavra original era "vossa mercê", que derivou para "vossemecê", indo para "vosmecê" até chegar, finalmente em "você" (que se transforma em "ocê" ou simplesmente "cê", na língua falada). Claro que a língua falada é diferente da língua escrita, a não ser em situações que exijam uma formalidade maior. Mas, ainda que ela seja mais branda, ela deve ser correta.
A linguagem coloquial indica exatamente uma informalidade, o que não quer dizer falar de qualquer jeito. Erros como: "a gente vamos", "nóis vai", a meu ver, não é informalidade, e sim erro de português. Para ser coloquial, bastaria falar: "a gente vai", ao invés de "nós vamos". A informalidade é marcada por palavras mais simples, pelo uso de gírias, de expressões populares, criando novos vocábulos, e isso é ótimo, pois enriquece o idioma. O português é uma língua viva, espera-se que esteja em constante transformação, mudança, adequação. Mas não é porque ela é viva que temos que torturá-la ou transformá-la em farrapos.
Infelizmente é o farrapo que vemos cada vez mais nas escolas. Professores não podem corrigir os alunos, porque isso limitaria sua imaginação, seria um preconceito linguístico. Oras, qual o papel do professor, se não o de informar, ensinar e corrigir? Uma coisa é zombar do jeito de falar de uma pessoa, ou então de sua ignorância por não ter tido a oportunidade de aprender. Outra coisa é barrar seu aprendizado. Não devemos pensar que o fato de usarmos uma linguagem coloquial nos dá a liberdade de não aprender o formal, ou de esquecermos de sua importância.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Gripe

E de atchim em atchim lacrimejo versos em lenços de papel.

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

Matsuri

Hoje foi dia de festival japonês. É o quarto ano que fazem esse festival aqui na cidade, e cada ano fica melhor.
No Matsuri do ano passado tive uma experiência que me deixou mais esperta para esse ano - eu tinha ido por volta das 19h30, 20h, e a praça estava mega lotada! Enfrentei muita fila nas barracas de comida e provei o ditado: tem tem pressa come cru e quente. Infelizmente a pressa não era minha, mas sim do pessoal que trabalhava na preparação da comida. Como era muita gente para atender, eles não preparavam a comida no tempo certo, tirando-a antes, para poder preparar mais.
Então, para não repetir a dose esse ano, resolvi ir mais cedo. Foi ótimo! Combinei na praça por volta das 17h30. Tinha bastante gente, mas não estava mega lotada. Conseguimos comprar comida e também pegar uma mesa bem perto do palco. Assistimos a algumas apresentações, comemos, conversamos e rimos muito! Foi divertidíssimo.
Na hora de ir embora, uma banda se apresentava, e o refrão era: "ya sa sa", que penso eu ser o nosso "la la la". Pois é... enrolação em música, quando não se sabe o que cantar, existe em qualquer idioma.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Desengano

Esperança, antes verde,
Desbota e se perde.

Transforma-se em ilusão furta-cor
Um disfarce em falso amor

Um vermelho amargurado
Num choro embargado
Que sangra
Em palavras surdas
Em ouvidos mudos
Uma vida que não foi

E do ventre que abriga
Obriga nova esperança
Ligando o fino cordão
De estado, não de ação
Até que a vida sangre
Uma nova desilusão.


Esse poema foi feito com base em um desenho que minha psicóloga me emprestou. A imagem é forte e impactante. Descrição: numa folha branca, uma mulher grávida e um homem nus, em pé, lado a lado, desenhados em caneta preta. Há um cordão que liga os dois, na direção do umbigo de ambos, feito em caneta vermelha. Na mulher, os olhos, o ventre vermelho (com o bebê em preto e branco), vermelho escorrendo por suas pernas e espalhando pelo chão. No homem, olhos, ouvidos, nariz e boca vermelhos, escorrendo pelo pescoço e peito, e também as pontas de suas mãos.

domingo, 1 de maio de 2011

Casamento de Mônica e Eduardo

O casal da canção de Renato Russo, Eduardo e Mônica, celebrando sua união.
Da igreja à festa, tudo foi perfeito! Em uma cerimônia tradicional, a delicadeza dos gestos. Ele entrou de braços dados com os pais. Ela, de braços dados com a mãe.
Na festa, ambos estavam com os sorrisos de orelha à orelha, distribuindo alegria!
Que permaneçam felizes juntos, que vençam juntos os obstáculos e as pedras no caminho.

Primeira parte duas vezes

Essa semana passou um filme na TV que eu ainda não havia assistido, chamado: "Tinha que ser você". Estavámos eu e minha irmã devidamente deitadas embaixo do edredom, assistindo ao filme, até o intervalo. Pequena pausa para o xixi, e de volta ao filme. Literalmente, de volta. O filme não continuou de onde havia parado, mas recomeçou da primeira cena! Alguém apertou o botão errado, e dançou com meu programa!
Como disse minha irmã: "o pior é que não estamos no cinema para gritar que o filme voltou". O que fiz? Mudei de canal.
Espero ainda conseguir ver o filme todo algum dia.