sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Gato de Botas

Como comentei anteriormente, esses dias Ton e eu assistimos a "O Gato de Botas" em 3D. Adoramos!
Seguindo a mesma linha dos filmes do Shrek, O Gato de Botas brinca com os contos de fadas de uma forma engraçada, garantindo a diversão para crianças e adultos. Um ótimo programa para as férias!
"Eu gosto de você, e gosto de ficar com você. Meu riso é tão feliz contigo!"
É esse meu espírito atual.
:)

2 dias agitados

Passei os últimos dois dias em Ribeirão, ao lado do Ton. Foi uma delícia! Não fizemos nada de extraordinário, mas foi muito bom passear e sair um pouco da rotina.
Tivemos overdose de shopping center, rodamos lojas de móveis, esportes, mais móveis, construção... E fomos ao cinema, assistir a "O Gato de Botas" em 3D! Recomendo - o filme é muito divertido!
Descansamos, namoramos, enfrentamos os mil barulhos da rua movimentada e os raios de luz indesejados que passavam pela fresta da janela do quarto.
Pegamos carona, ônibus, táxis. De passagens compradas, quase não embarcamos por não termos os tickets para passar pela catraca. Voltamos à empresa, pegamos os tickets, passamos a catraca e chegamos no momento exato.
Voltamos à Sanca, e ainda saímos com um casal de amigos. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Fim de ano

Devo dizer que 2011 foi surpreendente. Muitas coisas boas aconteceram, e duas delas foram muito especiais. E o fim do ano tem sido maravilhoso! Realmente, esse é um ano de agradecimento por tudo! 
Sinto uma paz que há tempos não sentia, que chega no peito como uma brisa suave e perfumada. Sinto o sabor aconchegante da vida, sua luminosidade. Esperança, paz, alegria. 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Tijolinho!!!!

Hoje é um dia de muita alegria!!!!! Meu tijolinho ficou pronto!!!! Uma conquista tremenda, uma realização!!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Chorando sem Parar

Ontem fui à oitava edição do Chorando sem Parar, um festival de chorinho que acontece na praça mas gostosa da cidade. Esse ano o festival começou no meio da semana, com algumas oficinas e apresentações. Mas o que eu gosto mesmo é da maratona musical! 12h de música!
Uma apresentação mais gostosa de se ouvir que a outra! A que mais me surpreendeu foi o grupo Tibô Delor - Orquestra de Contrabaixos Tropical. Eles conseguiram reproduzir o som do berimbau no contrabaixo! Impressionante!!!!!! 
Foi um dia muito agradável, passeando ao lado do Ton, encontrando alguns amigos, jantando na borda da praça ao som do chorinho.

O Palhaço

Sábado fui com o Ton e um casal de amigos assistir ao filme brasileiro "O Palhaço".
Gostei dos cenários, do figurino, da atuação de Selton Melo e Paulo José, mas achei que o filme deixou a desejar - faltou história. 
O filme mostra com delicadeza a difícil realidade do mundo circense, e concretizou a imagem que tenho do palhaço - por trás do sorriso pintado, a tristeza verdadeira. Isso é exemplificado em uma das falas de Selton, que é mais ou menos assim: "Eu faço todo mundo rir, mas quem vai me fazer rir?"
Uma boa sessão da tarde.

domingo, 20 de novembro de 2011

Alegria silenciosa

Sei que estou há um tempo sem escrever. Há algumas razões para isso - muito trabalho no escritório (graças a Deus), correria com o tijolinho, e a mais alegre de todas: estou vivendo minha aquarela poética.
Sim, já escrevi aqui uma vez que é difícil escrever quando estamos felizes. A dor é um momento de introspecção, de infinitos cinzas. O mundo se fecha em nós, e abre-se em palavras. Uma verborragia sem parada. Elas escorrem feito lágrimas - basta a primeira sair, para todas as outras seguirem.
Na alegria é muito mais difícil. A vida se abre em cores mil, pede ação, pois as palavras não bastam. E como elas não bastam, elas se encolhem. Mas, com o tempo elas acham uma brecha, e aprendem a verbalizar tanta ação e sentimento. 
Digamos que eu ainda estou no momento de transição. Não que as palavras me faltem, mas elas estão descompassadas. Entre cores e sons, aos poucos acharei o tom.

domingo, 6 de novembro de 2011

Across the Universe

Feriado em plena quarta-feira, o que fazer? Há algum tempo eu queria ver o filme "Across the Universe", mas ainda não tinha conseguido. Tenho o CD com a trilha sonora, e adoro, escuto sempre! Então, o Ton me falou que tinha o filme, e perguntou se queria ver, falei que sim. Programa de namorado perfeito para o feriado! Ficar juntinho vendo filme! 
Adorei! A história do filme é toda montada em cima de músicas dos Beatles, passando pelas várias fases do grupo de Liverpool. A fotografia do filme é muito bonita, a trilha sonora é fantástica, e o sentido que cada música tem no filme é surpreendente! Filme divertido e encantador!
Agora o CD fica ainda mais legal de se escutar, pois consigo lembrar das cenas!

sábado, 29 de outubro de 2011

Semana musical

Essa semana foi dedicada aos programas musicais. Em comemoração ao aniversário da cidade, que se aproxima, a prefeitura, em parceria com o SESC e a EPTV, trouxeram vários artistas para se apresentarem. Na quarta, Ton e eu fomos ao SESC assistir à apresentação da Orquestra Sinfônica de São João da Boa Vista. Foi simplesmente fantástico!!! A orquestra começou tocando o tema de Missão Impossível. Depois, algumas músicas brasileiras, outras clássicas - com direito à Mozart transformado em rock! Fizeram uma miscelânia de músicas de desenhos animados, de filmes, tocaram a música do Senna (com a plateia fazendo sons de acelerador e gritos e assobios), do filme Tubarão (com a plateia soltando gritos de terror) encerraram com YMCA e Macho Man! O maestro é uma pessoa divertidíssima, animou a plateia em 2h de apresentação! Cantamos Carinhoso, e Trem das Onze, com a orquestra ao fundo!
Na quinta, o show foi na praça do mercado municipal, com a banda Os Paralamas do Sucesso!!! A praça estava mega lotada, mas valeu!! Adoro os Paralamas, e eles são sempre muito cativantes!!! 1h30 de músicas que fizeram a praça toda cantar!!!

Livros que distraem

Outro dia estava no shopping com o Ton, e entramos na livraria. Olha daqui, olha dali, e dois livros me chamaram a atenção: um de poesias de Ferreira Gullar - "Em Alguma parte Alguma", e um outro, com exercícios de lógica, chamado "O enigma de Einstein". Comprei ambos, e saímos de lá. Sentamos em um banco, próximo ao cinema, e lemos alguns poemas. Depois, lemos o primeiro desafio de lógica, e decidimos resolvê-lo. Passamos mais de 1h entretidos, para resolver o desafio. Foi uma noite diferente e divertida! Incrível como os livros podem nos transportar, criar um mundo paralelo e nos distrair das mais diferentes formas!

Correria

Faz tempo que não escrevo. Essas semanas tem sido corridas, com muito trabalho (graças a Deus!), e algumas outras coisas para resolver. Meu tijolinho está ficando pronto, e agora é correr atrás de burocracias, e outras coisinhas mais. É difícil ser gente grande, mas é muito bom!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Casamento de Lika e Dani

Esse sábado fui ao casamento de um casal muito especial: meu primo e minha amiga! Simplesmente sensacional!!!! A cerimônia aconteceu na igreja matriz da cidade. O noivo estava super emocionado, e a noiva nem se fale! Não havia como não sorrir, tamanha felicidade presente no ar!
A noiva revelou uma surpresa para todos! Um casamento, 3 vestidos! Sim! Na cerimônia, um vestido rendado, de um obro só, cauda sereia, véu. Lindo e delicado. Na festa, um modelo tomara-que-caia, com corpete bem estruturado e saia super diferente, volumosa, linda!! E, quando a balada começou, a saia longa foi retirada, ficando uma saia curta!
A festa estava impecável!!! O buffet fantástico, o DJ animado, todos aproveitaram muito!!!! A gravata tinha 2,15m de comprimento - curtinha, né?
Desejo muita felicidade ao casal! Que essa nova vida seja de muita alegria, muita harmonia, respeito, carinho e amor!!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tempo Perdido

Estou com essa música do Legião na cabeça desde que vi "O Homem do Futuro", pois ela é a música tema do filme. Então, posto sua letra aqui:


Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo.
Todos os dias antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia
"Sempre em frente,
Não temos tempo a perder".
Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério
E selvagem,selvagem;selvagem.
Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos teus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo,
Temos nosso próprio tempo,
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes acesas agora,
O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido,
Ninguém prometeu.
Nem foi tempo perdido;
Somos tão jovens,tão jovens,tão jovens.

O Homem do Futuro

Domingo fomos assistir ao filme brasileiro: "O Homem do Futuro", com Wagner Moura e Aline Moraes. Comédia romântica que lembra um pouco o filme "Efeito Borboleta", pois o protagonista volta ao passado para tentar mudar sua vida. Porém, cada vez que volta, sua vida não sai como ele planeja. Até que ele percebe que não há como alterar o passado.
Um filme leve, que garante boas risadas e tem um final feliz - previsível, mas com uma sacada legal.
Uma ótima sessão da tarde.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Existir

Olhar veloz
Feroz
Sem voz
Nem vez
Até chegar à foz
Onde a voz se fez
Refez 
O destino

E assim, 
Ver os sonhos
Rever os passos
Velar os traços
Para revelar os olhos
Que varrem o mundo

Transformar o um em dois
Em nós - nós do mundo
Emaranhado
Engasgado

Noz sem casca
Nem casaca
Cerne da vida
Cérebro em ressaca
Do mar
De sentir
E existir

domingo, 9 de outubro de 2011

Ex isto

Ontem fui ao SESC com o Ton, assisitr a EX isto, um filme baseado na obra "Catatau", de Paulo Leminski. "E se René Descartes tivesse vindo ao Brasil com Maurício de Nassau?" é a suposição de Leminski. O filme - um monólogo onde René viaja pela costa do nordeste brasileiro, passado e presente. Ao longo do filme ele passa da água para a terra, indo da floresta selvagem à selvageria da cidade. Despe-se fisica e racionalmente, até chegar à nudez corporal e de ideias, onde, finalmente, René capta o princípio do ser: a existência.
A fotografia e as falas em poesia concreta dão à película uma densidade muito grande, fazendo o telespectador viajar pelos pensamentos embaralhados, pelas cenas desfocadas, quase desconexas, até o fim do filme, quando René se liberta, e re-nasce.
Impressionante.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Canto Uivante

Já disse aqui que eu adoro cantar embaixo do chuveiro. Fiz até uma poesia sobre isso. Mas, algumas vezes, quando estou sozinha em casa, algo curioso acontece - o Calvin canta junto. É só começar alguma canção, que ele ele se põe a uivar. Quando eu paro, ele para também. Recomeço, e ele segue. Já pensei que ele não está cantando, e sim implorando para eu parar de cantar. Mas, é melhor acreditar que ele apenas gosta de desafinar comigo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O sertão em minha face

Na gripe se fez meu sertão
Depois de chover dois dias sem parar,
O nariz respira aliviado.
Porém, a pele repuxada, 
Cansada de ser maltratada,
Sofre as rachaduras da seca.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Gripe.

Meia Noite em Paris

Ontem fui com o Ton assistir ao filme de Woody Allen entitulado "Meia Noite em Paris". Obviamente o filme se passa em Paris. A época? Bem... começa em 2010, dá seus pulos em 1920 e até uma esticada na Belle Époque, para voltar a 2010.
Gil, um roteirista americano sempre sonhou em ser um grande escritor e viver em Paris, mais precisamente em 1920 (e, se possível, embaixo de chuva). Ele está trabalhando em um romance, que guarda a sete chaves, mas não recebe o apoio de sua noiva, que acha seu sonho uma bobagem. 
Porém, uma noite, ao sair de uma festa, Gil consegue o impossível: viajar no tempo, chegando à Paris de 1920. Ele fica maravilhado ao encontrar os famosos escritores, pintores, artistas que tanto marcaram essa época. No dia seguinte tudo volta ao normal. Até dar meia-noite. E assim os dias, ou melhor, as noite, seguem, com festas e encontros com o passado, até Gil se dar conta de que sempre seremos saudosistas do passado que não vivemos. Imaginamos a época pelos livros, pinturas, fotografias e criamos o nosso tempo idealizado.
Gostei muito do filme! Garante boas risadas, faz a gente pensar na importância do presente, ter uma nostalgia de um passado com o qual nos identificamos mais (ou pelo menos achamos que sim).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Matrizes sem matizes


De tantas mulheres que me fizeram
Não quis seguir nenhuma
E quanto mais eu fugia
Mais delas eu encontrava.
Duas viúvas, outra casada
Três frustradas, conformadas na inconformação
Sem marido por velhice
Sem marido por doença
Com marido sem paixão
Compaixão pelos outros
Compadecem de si mesmas
Padecem sem paraíso
Isoladas
Ela chora o que pode e o que não pode,  e não chora o que deve
Fuma para se masculinizar, mas filhos não a deixaram sumir com o útero
Quer ser mãe de todos, mas não é mulher de si mesma
Seguem a rotina de geração
Sem ação que lhes tire o chão
E nessa roda-viva minha vida se fazia
Mas surgiu a tangente
Para que eu me tornasse outra gente
E o chão se desfez para que eu me fizesse
Não dos calos delas todas
Nem dos cacos de mim mesma
Mas das matizes dos sentimentos
Que surgem em minha tela
Para ser eu, não elas.
Ser minha própria aquarela

domingo, 18 de setembro de 2011

Smurfs!

Lá-lá-lá-lá-lá-lá Lá-lá-lá-lá-lá. Lá-lá-lá-lá-lá-lá, lá-lá-lá-lá-lá.
Quem não se lembra da música cantada pelos adoráveis bichinhos azuis? Quando criança eu adorava os desenhos, ver Papai Smurf e sua família, sempre se safando das malvadezas de Gargamel e seu gato Cruel.
Quando soube que teria o filme, fiquei super empolgada! O Ton também queria muito ver, e essa semana fomos assistir.
Muito divertido!!!! Demos muita risada com as trapalhadas do Desastrado, das loucuras de Gargamel, mas, principalmente, com as risadas, caras e bocas do Cruel! O filme trouxe de volta aquele gostinho de infância! Foi muito bom! Quem ainda não viu, vá, sem preconceitos! Claro que não é o desenho original, mas não deixou nada a desejar! 

Semana de açaí

Essa semana foi uma delícia! Apesar do meu note ter pifado, tive coisas bem melhores para fazer do que ficar na internet! Como tinha trabalhado no feriado do dia 7, folguei na segunda. E logo de manhã já tratei de ir atrás de um novo notebook. À tarde, fui ver a qualificação do meu querido, e em seguida começou, de fato, a semana do açaí. Fomos até o Açaizeiro, pedi um, ele outro. Pouco depois, chega um amigo dele, e meu querido pede mais um para acompanhar o amigo - afinal, não podia fazer desfeita, né?
Na terça, fomos ao cinema, assistir a Smurfs, e depois, açaí novamente - dessa vez, não quis comer açaí, e pedi um crepe, que estava uma delícia. Na quarta, batemos cartão novamente, mas apenas o Ton e o Tequila pediram açaí. O resto da turma, inclusive eu, pedimos suco. Quinta eu já tinha compromisso, mas o Ton seguiu firme e forte com a semana de açaí. Enfim, sexta, para fechar a semana, fomos lá novamente, mas eu pedi um crepe, e o Ton pediu açaí. Ainda não sei como ele não ficou roxo...

Finado Notebook

Há exatamente uma semana meu notebook pifou. Do nada, desligou, e não quis ligar novamente. Depois de algumas tentativas frustradas, liguei para meu primo (meu salvador em assuntos de informática). No mesmo dia ele veio aqui em casa, e levou o note para ver o que poderia ser o problema. Depois de avaliado, constatou que não era a bateria, nem a fonte, nem o HD (ufa - pelo menos não perdi meus dados!), nem a memória. O problema pode estar na placa mãe. E o que fazer? Só me restou comprar outro, pois, mesmo que esse tenha conserto, nada garante que ele não pife de novo.
Enquanto o novo não chega, estou usando um PC pré-histórico...

sábado, 3 de setembro de 2011

Saudade

É quando as cores ficam mais suaves
E o relógio anda para trás

domingo, 28 de agosto de 2011

Namoro

No beijo noturno,
Ao pé do ouvido fez-se a proposta,
Tendo o sim como resposta

Ontem a noite ficou mais bonita.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Palavras cruzadas

Latitude e longitude
Na lonjura que só Deus sabe
Esperando a letra que cabe
Para completar a virtude
Uma orquestra desafinada
Até chegar o maestro

Rege letras descompassadas
Que se juntam em protesto
Atentado!
Eu contesto!
Nesse contexto louco
De um poema sem nexo
De versos roucos
Fracos e frouxos
Choro de letras passadas
Numa folha embaralhada
Formando palavras cruzadas





domingo, 21 de agosto de 2011

Fim de semana

Mais um fim de semana maravilhoso!!!
Com direito à matar as saudades, caixinha de trufas de presente, muitos beijos, saída com amigos, comida mexicana, chocolate quente, abraços, açaí e carinhos.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Carneirinhos

Na cama, já deitada,
Não conto carneirinhos
Mas muitos beijos
Pulando a distância danada
Que dá saudade de carinho








terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tum Tum Tum

Escutei ontem essa música de Roberta Sá na novela Cordel Encantado. É curtinha, mas super fofa!

No tempo que eu era só
e não tinha amor nenhum
Meu coração batia mansinho
Tum tum tum

Depois veio você
o meu amor número um
E o meu coração pôs-se a bater
Tum, tum-tum-tum, tum-tum-tum

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Ton de Minha Aquarela

Sorriso aberto
De olhar penetrante
E cores camaleão

O toque certo
Do abraço confiante
No tom da afeição

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A semana serve para acumular saudade.

sábado, 6 de agosto de 2011

Niver da "vó"

Ontem foi aniversário da minha avó. 84 anos, com muita saúde e muita tragédia (como boa italiana, é necessário um pouco de exagero né?). Chegamos na casa dela, e já estavam os tios e primos, com álbuns pré-históricos em cima da mesa!!! Tinha foto de todas as épocas - dos netos bebês, já maiores, fotos das idas à praia, de natais, etc... Nós estávamos nos divertindo com as fotos!
Bolo na mesa, e Dona Bochecha, sentada ao lado da bisavó, cantando parabéns toda animada! Ajudou a bisa a soprar as velinhas, mas não comeu bolo - preferiu mexer no computador. Incrível! Com quase 3 anos, ela sabe ligar o note, entrar na internet, ver desenhos, fechar as janelas e desligar o dito cujo.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Saldo da semana

Semaninha comprida essa, viu? Espero ansiosamente pelo fim de semana!
Primeiro motivo: Muitas coisas para fazer, muito trabalho, revisão de desenhos, plotagem, entrega de projeto. Uma chamada necessária, cujo resultado durou toda a semana.
Segundo motivo, mas de maior importância: os finais de semana estão sendo extremamente agradáveis, alegres e divertidos!

domingo, 31 de julho de 2011

A Estrada

"A vida ensina e o tempo traz o Ton, pra nascer uma canção"
A Estrada, do Cidade Negra, é a música da vez.

Você não sabe o quanto eu caminhei

Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas antes de dormir
Eu não cochilei
Os mais belos montes escalei
Nas noites escuras de frio chorei
A Vida ensina e o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção
Com a fé no dia-a-dia
Encontro a solução
encontro a solução
Quando bate a saudade
Eu vou pro mar
Fecho os meus olhos
e sinto você chegar,

Você chegar
Psicon, Psicon, Psicon
Quero acordar de manhã
do teu lado
E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado,
no teu seio aconchegado
E ver você dormindo e sorrindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim

Quero...
Quero acordar de manhã do teu lado

E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado,
no teu seio aconchegado
Ver você dormindo ‚ é tão lindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim
Together...
Meu caminho só meu pai pode mudar
Meu caminho só meu pai
meu caminho

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Profissão

Trabalho com o que gosto, e acho que não há coisa melhor. Encaro o que faço como diversão, quase uma brincadeira. E talvez por isso levo minha profissão tão à sério.
Tinha 14 anos quando escolhi qual o vestibular que iria prestar. Estava no final da oitava série, e passei o colegial todo com a mesma certeza. Era arquitetura e ponto final. Prestei, passei, comecei. No segundo ano de faculdade bateu uma crise tremenda, achei que arquitetura não servia para mim, que estava no curso errado. Porém, graças à paciência da família e dos amigos, percebi que eu só precisava relaxar um pouco mais que tudo daria certo. E deu. Passei a gostar muito do curso, e meu trabalho final de graduação foi uma delícia! Lembro-me dele com muito carinho, com muita alegria, pois foi um projeto divertido de fazer. Consegui expor minhas ideias, e senti-me apta para receber o título de arquiteta e urbanista. Claro que faltava experiência profissional, mas isso só o tempo traria.
Depois de formada passei por dois anos estranhos, parados, fora do ritmo. Conseguia um bico aqui outro ali, mas nada muito concreto, nada que me desse o trabalho que eu queria. Foi quando minha vida virou de cabeça para baixo que as coisas começaram a entrar nos eixos. Comecei a trabalhar em um ótimo escritório, que desenvolve exatamente o tipo de projeto que gosto de fazer. E posso dizer que me encontrei, e que me realizo a cada dia lá dentro. Aprendo algo novo todos os dias, e vejo meu crescimento profissional. Amo o que faço, e não consigo me imaginar fazendo outra coisa.
Mas sei que só estou onde estou hoje com muito estudo, dedicação e disciplina. Que tudo o que conquistei foi porque me esforcei, assumi as responsabilidades necessárias, observei e absorvi o máximo de conhecimentos. E essas são as melhores conquistas.


domingo, 24 de julho de 2011

Nessa minha aquarela, estou embalada em outros tons.

fim de semana

Mais um fim de semana agitado!
Na sexta, muito bem acompanhada, foi dia de cachorro-quente e Harry Potter.
Sábado, correria pela manhã, entre sacolão e sacolas de compras. À tarde, trabalho - sim, trabalho. À noite, barzinho em boa companhia e boas risadas.
Domingo, para finalizar, churrasco com os amigos, com direito a mãos geladas e suadas de medo de andar de moto, passeios de mãos dadas e carinhos.

domingo, 17 de julho de 2011

Mosaico

Um mosaico colorido
De sorrisos inteiros
Entre pratos e temperos
Pelos copos seduzidos
Mãos abraçadas
Em olhares tímidos
E beijos sinceros


Sábado de Lulus

Sábado foi dia de Lulus! De manhã, fui até a loja de uma amiga, colocar o papo em dia, pois fazia muito tempo que não conversávamos! À tarde, saí com outras duas amigas, para contar as fofocas da semana!
Essas reuniões de luluzinhas são muito necessárias! Momentos apenas de meninas, para falar das confusões, das impressões, das angústias, das alegrias, das boas novas. Para fazer comentários que não podemos fazer perante a ala masculina, por inúmeras razões - inclusive a de que eles também são assunto colocados na roda.


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Desconstruindo

Minha visão de mundo
De quem sou
Para quem sou
De quem me são
Porque me são
Todo dia me aprofundo
E, nessa labuta
De luta em luta
Choro os lutos
Alguns mansos
Outros brutos
Todos vivos
Assim vou desconstruindo
Os laços afetivos

terça-feira, 12 de julho de 2011

Despertar

Sonho adormecido tranquiliza a mente
Não dói
Também não sente
Alegria é iminente
A ação, apenas semente

Sonho despertado atrapalha o pensamento
Cria versos displicentes
Tira a calma e o alento
Qualquer sopro é como vento
É aventura e ferimento


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fim de semana agitado!

Esse fim de semana teve Tanabata em Ribeirão. Agitamos a turma e fomos! Chegamos para o almoço, a festa já lotada! Hora do primeiro desafio do dia: arranjar uma mesa (no caso, 3), para nos acomodarmos. Achadas as mesas, desafio número 2: enfrentar a fila da comida! Fila enfrentada, era só aproveitar a comilança!!
Como sempre, muita risada e muita conversa. Depois de devidamente alimentados, fomos dar uma volta. Bem pertinho do parque onde aconteceu o festival, há as 7 capelas - uma pequena pracinha, com 7 capelas em volta. Um lugar muito fofo! Senti uma paz muito grande enquanto estava ali. Depois de um tempinho lá, voltamos ao festival. Demos mais uma volta, fiz meus desejos e amarrei nos bambus, e fomos embora.
Que fazer? Roda, roda, roda... shopping. Mais precisamente, Pinguim. Mais conversa e risadas, chopp para quase todos e suco de melão para mim (já que não tomo cerveja). Eis que bateu a vontade de um Subway! Migramos do shopping para a lanchonete. Comilança o dia todo! Voltamos para casa, para um merecido descanso.
O sábado acabou, mas ainda havia o domingo! Fim de tarde, açaí! Duas capricornianas e dois avoados! Nem preciso falar que a risada rolou solta novamente, né? Do açaí, para a praça. Mas, não ficamos nem 5 minutos lá, pois havia uma pessoa cantando: "como uma deusaaaaaa..." e ninguém merecia ouvir aquilo!!! Que fazer? Boliche!! Uma hora e meia depois, encerramos a farra do fim de semana.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Hibernando

Em fase de transição,
Eis meu presente.
Contente,
Descrente do coração.
Sou-me toda,
Inteira pela metade.
Parte que pensa
Na outra parte emoção.
Comoção por não caber
Em uma folha em branco,
Rascunhando os dias
Que nunca serão passados à limpo.

domingo, 3 de julho de 2011

Fim de semana de risadaria!

Sei que estou espaçando muito meus posts... mas estou sem muita inspiração para escrever, principalmente as poesias que tanto gosto. Fazer o que? São fases.
Bom, tive um fim de semana muito divertido, com amigos e muitas risadas! Sábado fui à Cachaçaria Água Doce, que eu adoro de paixão, cujo cardápio de comidas e bebidas é fantástico e delicioso! Estava com alguns amigos, e conversamos e rimos durante horas! Saí até com dor nas bochechas, de tanto rir! E hoje, para fechar o fim de semana, fui com eles tomar açaí no fim da tarde, e de lá fomos para a casa de um deles jogar UNO (ou Mau-mau). Nunca tinha jogado, e achei super divertido!! Estávamos em 8, e foi risada para dar e vender!
Posso dizer que foi um fim de semana perfeito!

sábado, 25 de junho de 2011

Festa junina!

E no bingo da igreja, ganharam o 69 de 4!

Frase um tanto quanto intrigante, né? Agora vamos aos fatos.
Fui na festa junina de uma igreja com um casal de amigos. Barraquinhas de cachorro-quente, pastel, comidas com milho, vinho quente e quentão... tudo bem simples, bem feito e gostoso.
E, claro, além de comes e bebes, tinha também um bingo!
Meus amigos compraram uma cartela cada um, e ficamos todos atentos aos números. Os prêmios eram: um frango assado para a primeira e a segunda cinquina, e um par de botas para a cartela cheia. Primeira cinquina, nada. Segunda cinquina, nada. Faltava a cartela cheia. Número daqui e dali, até que faltava apenas um. E eis que o locutor fala: 69! E a Dany fecha a cartela!! Mas, junto com ela, mais três pessoas também fecharam. Então, para desempatar, cada um pegou o número, e quem tirasse o mais alto ganharia. Dany ganhou novamente! Levou as botas!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Mapa-Mundi

A primeira vez que escutei essa música foi no ano passado, através de uma amiga. Uma cantiga suave, delicada, que me encantou logo de cara. A voz de Thiago Pethit é uma delícia de ouvir!!
Essa semana pensei nela novamente, e resolvi postar aqui.

Me escreva uma carta sem remetente
Só o necessário e se está contente
Tente lembrar quais eram os planos
Se nada mudou com o passar dos anos
E me pergunte o que será do nosso amor

Descreva pra mim sua latitude
Que eu tento te achar no mapa-múndi
Ponha um pouco de delicadeza
No que escrever e o onde quer que me esqueças
E eu te pergunto o que será do nosso amor

Ah! Se eu pudesse voltar atrás.
Ah! Se eu pudesse voltar...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Frio nos pés

Sempre preferi o verão e o calor. Inverno pode ser mais elegante, mas é frio! Extremamente frio!
Frio que me congela os pés, e sem raízes quentes o corpo não se aquece. Não adianta chá, sopa, chocolate, e seja lá mais o que for - os pés continuam gelados. Passo o dia todo tentando sair da posição encurvada e travada, mas o corpo se enrola para ter menos superfície de contato. Perco o tato, com tantos casacos, botas e boinas.
Não vejo a hora desse inverno passar!


quarta-feira, 8 de junho de 2011

X-Men First Class

Hoje fui ao cinema com uma amiga assistir ao filme: X-Men First Class.
Adorei o filme! Por já ter assistido aos outros filmes, eu estava esperando bastante desse outro. E atendeu a todas as minhas expectativas!
O filme conta a história de Charles e Erick, desde crianças até o momento que se tornam professor Xavier e Magneto, respectivamente.
A atuação dos atores está fantástica, e há uma ponta de um personagem bem especial, que dá um toque de humor certeiro!
Quem ainda não viu, trate de ir ao cinema logo!

domingo, 5 de junho de 2011

Luto

Lutamos com dificuldade
Para superar adversidades
No entanto
Lutar nem sempre adianta
Quando a morte faz, da vida,
Lembrança

Transforma o verbo de força
Num substantivo impotente
Incoerente
Tira o AR da gente
Coloca O pesar bruto
Deixando apenas o luto.


Walter, descanse em paz.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Oração - A Banda mais bonita da cidade

Nos últimos dias a música "Oração" virou febre na internet. A letra é simples, a melodia é alegre e envolvente.
Segue a letra:

Meu amor
Essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabe em três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor

Essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabe em três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sem sentidos

Faltam-me os sentidos
Nos meus gestos contidos
Incontidos de sentimentos
Que se esvaem com o vento
Toda essa calmaria
Não me ampara, mas angustia

Espero a tempestade
Para que lave a saudade
De tato
Olfato
E paladares de beijos
Que os olhares escutam ao longe
Como eco distante
Do silêncio cortante
Em um EU que não se basta

terça-feira, 31 de maio de 2011

Sem assunto

Não tenho escrito muito no blog - acho que estou com um certo bloqueio mental.
Estou incomodada, não tanto com o mundo onde habito, mas com o mundo que habita em mim. E enquanto essa inquietação não acabar, fico meio sem ação, sem ter muita vontade de verbalizar o palavras que nem mesmo eu sei.

domingo, 29 de maio de 2011

Rir é o melhor remédio.

Piratas do Caribe 4

Essa semana fui ver Piratas do Caribe 4. Jack Sparrow, como sempre, está sem seu Pérola Negra. Ao tentar reunir marujos para recuperar seu navio, reencontra um antigo amor do passado. Ela então mostra o paradeiro do Pérola, e convence Jack a embarcar em uma aventura em busca da fonte da juventude, para então ela o ajudar a recuperar o navio. Muitas trapalhadas, muitas peripécias e muitas risadas. E, claro, os trejeitos cada vez mais loucos de Jack Sparrow!
Diversão garantida, assim como os outros filmes da série.

domingo, 22 de maio de 2011

Improvável!

Ontem fui assistir ao espetáculo Improvável. Já tinha visto vários vídeos no youtube, todos muito divertidos, mas nunca tinha tido a oportunidade de vê-los ao vivo. Até ontem.
Teatro lotado, sentamos. O encarte da peça já é, em si, uma comédia! Muito criativo e engraçado. Luzes se apagam, e a apresentação começa. Risada do começo ao fim!!! Os atores são muito bons!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dona Cila

Desde a primeira vez que ouvi essa música, há mais de um ano, eu me apaixonei! Linda, delicada, "Dona CIla", de Maria Gadu, é a música da vez.

De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minha alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu

Se queres partir, ir embora
Me olha de onde estiver
Que eu vou te mostrar que eu to pronta
Me colha madura do pé

Salve, salve essa nega
Que axé ela tem
Te carrego no colo e te dou minha mão
Minha vida depende só do teu encanto
Cila pode ir tranquila
Teu rebanho tá pronto

Teu olho que brilha e não para
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha
Neguinha, te encontro na fé

Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diacho, ele tem que querer

Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha
Precisando dormir
Quando ela chegar
Tu me faça um favor
Dê um manto a ela, que ela me benze aonde eu for

O fardo pesado que levas
Desagua na força que tens
Teu lar é no reino divino
Limpinho cheirando a alecrim

quarta-feira, 18 de maio de 2011

E o português, como fica?

Nos últimos dias uma notícia sobre um livro distribuído pelo MEC gerou polêmica. Não tive contato com o livro, mas o que falam é que ele defende o erro de concordância. Li uma reportagem da Folha Online/uol, e um trecho da reportagem diz: Um capítulo do livro "Por uma Vida Melhor", da ONG Ação Educativa, uma das mais respeitadas na área, diz que, na variedade linguística popular, pode-se dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". (...) "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Concordo que na linguagem cotidiana nós emendamos uma palavra na outra, comemos alguns "R" e "S", abreviamos algumas palavras. Por exemplo, a palavra "você". Aqui cabe lembrar que "você" é uma sucessão de abreviações - a palavra original era "vossa mercê", que derivou para "vossemecê", indo para "vosmecê" até chegar, finalmente em "você" (que se transforma em "ocê" ou simplesmente "cê", na língua falada). Claro que a língua falada é diferente da língua escrita, a não ser em situações que exijam uma formalidade maior. Mas, ainda que ela seja mais branda, ela deve ser correta.
A linguagem coloquial indica exatamente uma informalidade, o que não quer dizer falar de qualquer jeito. Erros como: "a gente vamos", "nóis vai", a meu ver, não é informalidade, e sim erro de português. Para ser coloquial, bastaria falar: "a gente vai", ao invés de "nós vamos". A informalidade é marcada por palavras mais simples, pelo uso de gírias, de expressões populares, criando novos vocábulos, e isso é ótimo, pois enriquece o idioma. O português é uma língua viva, espera-se que esteja em constante transformação, mudança, adequação. Mas não é porque ela é viva que temos que torturá-la ou transformá-la em farrapos.
Infelizmente é o farrapo que vemos cada vez mais nas escolas. Professores não podem corrigir os alunos, porque isso limitaria sua imaginação, seria um preconceito linguístico. Oras, qual o papel do professor, se não o de informar, ensinar e corrigir? Uma coisa é zombar do jeito de falar de uma pessoa, ou então de sua ignorância por não ter tido a oportunidade de aprender. Outra coisa é barrar seu aprendizado. Não devemos pensar que o fato de usarmos uma linguagem coloquial nos dá a liberdade de não aprender o formal, ou de esquecermos de sua importância.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Gripe

E de atchim em atchim lacrimejo versos em lenços de papel.

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

Matsuri

Hoje foi dia de festival japonês. É o quarto ano que fazem esse festival aqui na cidade, e cada ano fica melhor.
No Matsuri do ano passado tive uma experiência que me deixou mais esperta para esse ano - eu tinha ido por volta das 19h30, 20h, e a praça estava mega lotada! Enfrentei muita fila nas barracas de comida e provei o ditado: tem tem pressa come cru e quente. Infelizmente a pressa não era minha, mas sim do pessoal que trabalhava na preparação da comida. Como era muita gente para atender, eles não preparavam a comida no tempo certo, tirando-a antes, para poder preparar mais.
Então, para não repetir a dose esse ano, resolvi ir mais cedo. Foi ótimo! Combinei na praça por volta das 17h30. Tinha bastante gente, mas não estava mega lotada. Conseguimos comprar comida e também pegar uma mesa bem perto do palco. Assistimos a algumas apresentações, comemos, conversamos e rimos muito! Foi divertidíssimo.
Na hora de ir embora, uma banda se apresentava, e o refrão era: "ya sa sa", que penso eu ser o nosso "la la la". Pois é... enrolação em música, quando não se sabe o que cantar, existe em qualquer idioma.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Desengano

Esperança, antes verde,
Desbota e se perde.

Transforma-se em ilusão furta-cor
Um disfarce em falso amor

Um vermelho amargurado
Num choro embargado
Que sangra
Em palavras surdas
Em ouvidos mudos
Uma vida que não foi

E do ventre que abriga
Obriga nova esperança
Ligando o fino cordão
De estado, não de ação
Até que a vida sangre
Uma nova desilusão.


Esse poema foi feito com base em um desenho que minha psicóloga me emprestou. A imagem é forte e impactante. Descrição: numa folha branca, uma mulher grávida e um homem nus, em pé, lado a lado, desenhados em caneta preta. Há um cordão que liga os dois, na direção do umbigo de ambos, feito em caneta vermelha. Na mulher, os olhos, o ventre vermelho (com o bebê em preto e branco), vermelho escorrendo por suas pernas e espalhando pelo chão. No homem, olhos, ouvidos, nariz e boca vermelhos, escorrendo pelo pescoço e peito, e também as pontas de suas mãos.

domingo, 1 de maio de 2011

Casamento de Mônica e Eduardo

O casal da canção de Renato Russo, Eduardo e Mônica, celebrando sua união.
Da igreja à festa, tudo foi perfeito! Em uma cerimônia tradicional, a delicadeza dos gestos. Ele entrou de braços dados com os pais. Ela, de braços dados com a mãe.
Na festa, ambos estavam com os sorrisos de orelha à orelha, distribuindo alegria!
Que permaneçam felizes juntos, que vençam juntos os obstáculos e as pedras no caminho.

Primeira parte duas vezes

Essa semana passou um filme na TV que eu ainda não havia assistido, chamado: "Tinha que ser você". Estavámos eu e minha irmã devidamente deitadas embaixo do edredom, assistindo ao filme, até o intervalo. Pequena pausa para o xixi, e de volta ao filme. Literalmente, de volta. O filme não continuou de onde havia parado, mas recomeçou da primeira cena! Alguém apertou o botão errado, e dançou com meu programa!
Como disse minha irmã: "o pior é que não estamos no cinema para gritar que o filme voltou". O que fiz? Mudei de canal.
Espero ainda conseguir ver o filme todo algum dia.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Roda-viva

Acabei de ver um video chamado: Vida Maria, e pensei em alguns versos:

E na vida seca do sertão
Engole-se, à seco, a solidão
Secura de sentimento
Em gotas de esperança
Evaporadas ainda criança
Na roda-viva do sertão.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Fazer por Prazer

Eis que minha psicóloga pergunta: "Por que você faz francês, Re?" E eu, com meus argumentos, respondo: "Porque eu gosto, acho que quando estudamos um idioma, nunca estudamos apenas isso. Estudamos também história, geografia, outras culturas, e até mesmo a nossa própria língua. Enriquecemos nossa visão, percebemos um novo mundo, um encontro dos vocábulos, suas origens, suas derivações, suas riquezas." E continuei a descorrer minhas sandices verborrágicas. Falei por mais de meia hora, e então ela resume: "Então você faz por prazer? Faz por você, sem nenhum interesse a mais - viajar, fazer um curso, etc?", ao que respondo: "Sim, por puro prazer. Claro que pretendo viajar novamente, mas não faço o curso pensando nisso."
E então pensei que, pela primeira vez, ao perguntar "por que você faz isso?", a pessoa se satisfaria com uma simples resposta: "porque eu gosto, pelo meu prazer." E só. Mais nada. Estamos tão acostumados a justificar nossas escolhas, nossos gostos, como se prazer não fosse razão forte o suficiente para fazer alguma coisa. Temos que nos munir com uma verdadeira artilharia de motivos.
Escrevi a frase: "Pq vc faz francês? - Pq eu gosto. Tá, mas por qual motivo?" num site de relacionamentos, e recebi alguns comentários. Um disse:
"Pior que isso é: O que você faz?
- Eu faço mestrado, tenho bolsa...
- Tá, mas você trabalha?"
O outro falou:
"Pior ainda: O que vc faz?
biologia...
Ah...legal..... ..... ......"
E um outro comentou:
"Na verdade o pior é:
- O que vc faz?
- Sou músico...
Tá,ok ! Mas o que vc faz de verdade além disso?"
Pesquisador, biólogo, músico não são profissões? Não exigem dedicação, esforço, empenho? As pessoas tem uma incrível capacidade de tabelar as coisas, como se elas fizessem parte de dois grupos: trabalho ou hobby. Se você pensa assim, é porque há algo muito errado com o que você faz. Trabalhar com o que se gosta é a melhor coisa do mundo, digo isso por experiência própria. Assim como fazer um curso sem ter algum outro interesse que não o de se divertir, dar um presente a você mesmo, ganhar conhecimento apenas porque conhecimento nunca é demais, isso também é possível e, mais que isso, a melhor razão que há para se fazer alguma coisa.
Mas, se você se formou em biologia, começou o mestrado e parou para virar músico, cuidado. Você nunca escapará de se justificar...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Noite

A noite da pele
Com sorrisos de pérolas
Estrelas do céu de chão batido
De suor moído
Vieram em velas
Rezaram em velas
Choraram histórias velhas
Deixadas em outras terras


Poema feito ao olhar alguns trabalhos de Ulysses, postado no post: Noite.

Partido Alto

Essa semana, durante umas discussões de projeto, o chefe veio com a dúvida: "Dá pra fazer. Não dá? Dá? Não dá?"e, na hora, pensei num trecho de música, e cantei: "Diz que deu, diz que dá, diz que Deus dará". Pois bem, segue a letra da música Partido Alto, de´Chico Buarque, na voz de Ney Matogrosso.

Diz que deu, diz que dá
Diz que Deus dará
Não vou duvidar, ô nega
E se Deus não dá
Como é que vai ficar, ô nega
Diz que deu, diz que dá
E se Deus negar, ô nega
Eu vou me indignar, e chega!
Deus dará, Deus dará!

Deus é um cara gozador, adora brincadeira
Pois pra me jogar no mundo, tinha um mundo inteiro
Mas achou muito engraçado me botar cabreiro
Na barriga da miséria, eu nasci brasileiro
Eu sou do Rio de Janeiro!

Deus me fez um cara fraco, desdentado e feio
Pele e osso, simplesmente, quase sem recheio
Mas se alguém me desafia e bota a mãe no meio
Eu dou pernada a três por quatro, e nem me despenteio
Que eu já tô de saco cheio!

Deus me deu mão de veludo pra fazer carícia
Deus me deu muitas saudades e muita preguiça
Deus me deu pernas compridas e muita malícia
Pra correr atrás de bola e fugir da polícia
Um dia ainda sou notícia!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Perfeição

A música da vez é do Legião Urbana.

Vamos celebrar a estupidez humana

A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.
Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e seqüestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.
Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão.
Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso - com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.
Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.
Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição
Cansada das falsas harmonias
Das autoritárias hierarquias
Das repentinas euforias
Das tristes alegrias
Da vida em alegorias

domingo, 10 de abril de 2011

Violência urbana

Hoje aconteceu uma coisa muito chata. Meu pai deixou o carro estacionado na frente de casa. Um tempo depois precisou sair e, ao entrar no carro, viu que a parte da frente estava mexida, e que o player do carro foi roubado. Isso é revoltante! Você trabalha, trabalha, trabalha, para conseguir um dinheiro suado e comprar suas coisas, e então vem um merdinha e leva embora.
Semana passada um cara sequestrou uma moça em um supermercado do centro da cidade e a levou para um motel. Ela conseguiu escapar e chamar a polícia, mas o cara conseguiu fugir. Dias depois, ele foi preso no estacionamento do shopping, quando tentou abordar uma outra moça.
Isso sem contar os vários assaltos que a gente vê cada vez mais frequentes.
Não há mais sossego em lugar algum! E na semana passada ainda tivemos o horror naquela escola do Rio, totalmente sem propósito. Um louco resolve que a vida dele é uma bosta, mata crianças inocentes, e depois se mata.
A sociedade está vivendo uma época de guerra. Não há mais cortesia, nem gentileza, porque você pode ser assaltado, sequestrado, morto. Parar para ajudar alguém que está com o pneu do carro furado? Nem pensar! Dar carona a alguém? Você está louco! Parar para dar informação a quem está perdido? Nada disso!
Não temos mais respeito, mas desprezo. Não sentimos mais compaixão, mas medo. Como dizer que estamos em evolução, se o que presenciamos é uma série de absurdos? Antes éramos animais na selva de pedra. Hoje somos animais num zoológico, onde mocinhos e bandidos veem o sol nascer quadrado.

RIO

Hoje à tarde fui com uma amiga ao cinema assistir à animação: RIO. Logo que chegamos o hall já estava cheio. Compramos os ingressos, ela comprou pipoca e fomos para a fila. A sala abriu, todos entraram, as luzes se apagaram e o filme começou. Junto com o filme, a chuva. E a queda de energia. Em dez minutos de filme, além das luzes, a tela se apagou. Tudo bem, nada grave. Em cinco minutinhos o filme voltou. Dei boas risadas, foi um bom divertimento. Mas tenho uma crítica.
A história gira em torno de uma arara azul em extinção que não sabe voar e o contrabando de aves exóticas. A arara macho, que foi contrabandiada quando era filhote, e foi criada por uma menina com muito amor e carinho nos EUA, vem para o Brasil, acompanhado da dona, para acasalar com uma arara fêmea, na tentativa de preservar a espécie. Mas, as coisas dão errado, e as aves são raptadas por um menino favelado, que. sem saber qual seria o destino delas, entrega-as a um traficante. Então, a dona e o biólogo começam uma busca às araras.
Como qualquer animação, tem fantasia, imaginação, e é assim que tem que ser. Os diálogos são bem engraçados, e garantem risada o filme todo. Mas, fiquei um pouco decepcionada com os clichês; tudo aquilo que é tido como Brasil: samba e futebol (faltou mulheres, mas há uma mulata logo no começo do filme e uma bunda na praia) está presente no filme. Aliás, ele já começa com os pássaros sambando.
O resumo que tive do Brasil: lindas paisagens, um Rio de Janeiro cercado por montanhas sem favelas, um pobre menino que rouba porque não tem outra perspectiva na vida, traficantes e assaltos a turistas. Acho que, por se tratar de um filme feito por uma equipe na qual faz parte um brasileiro, esperava uma visão um pouco menos óbvia e medíocre que fazem do Brasil.

sábado, 9 de abril de 2011

O Discurso do Rei

Essa semana fui assistir a O Discurso do Rei, filme baseado na história do rei George VI. Gago desde os 4 anos de idade, fez os mais diversos tratamentos, com os vários médicos, mas nada adiantou. Até que um dia, Elizabeth, sua mulher, procura um terapeuta da voz - Lionel Logue, que usa métodos nada convencionais, e começa a tratar George. Ao começar o tratamento, George se depara com uma situação complicada - seu pai morre, e quem assume o trono é seu irmão, que mete os pés pelas mãos. Então, ele se vê obrigado a ocupar o trono, e a driblar sua gagueira.
As atuações de Colin Firth (George VI) e de Geoffrey Rush (Lionel) estão fantásticas!!! Até parece mesmo que Colin é gago! As cenas são engraçadíssimas. Um ótimo filme!
Quanto ao Oscar... não sei se daria a esse filme. Acho que Cisne Negro merecia mais.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Reações

Reagir
Ao perigo
Redigir
O pedido
Reproduzir
O indivíduo
Reconduzir
O perdido
Reconhecer
O desconhecido
Refazer
O sentido

domingo, 3 de abril de 2011

Ausência

A lembrança não basta. Quero a presença.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Diga-me: para que mexer com quem está quieto?

terça-feira, 29 de março de 2011

Calvin Fofão

Hoje na hora do almoço levei o Calvin para vacinar, voltei para casa e fui trabalhar. Às 17h minha irmã me liga, falando que o Calvin estava esquisito, com a cara inchada e umas bolotas na cabeça - na hora saquei que era alergia à vacina. Fiquei desesperada, saí correndo do trabalho e fui pra casa. Peguei o Calvin, que estava com a maior cara de Fofão, e corri junto com minha irmã para o veterinário, pois meu medo é que a alergia fechasse a glote dele. Bom... quem atendeu não foi o vet que aplicou a vacina, então expliquei tudo a ele, que preparou uma injeção com o antialérgico, e fez uma receita de um outro para dar ao pequeno nos próximos 3 dias. Falou também que as bolotas sumiriam nas próximas duas horas - o que e fato aconteceu, e que o inchaço diminuiria. Às 20h liguei para o vet, como ele havia pedido, e falei como o Calvin estava. Ele falou que o focinho demoraria um pouco mais para voltar ao normal, e recomendou novamente de não esquecer de dar o remédio.
Devo dizer que foi um tremendo susto! Agora meu Fofão está deitado, um pouco incomodado com a alergia.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Gosto

Gosto do gosto
Do rosto
Do gesto
De resto,
Protesto

Gosto do gasto
Do vasto
No visto
Despisto
O imprevisto

Gosto da posta
Da aposta
Da proposta
Em resposta,
Gosto do que gosa
A vida






Inspirada nas seguintes frases de Wesley: "Detesto facilidades. Gosto do gasto"

sábado, 26 de março de 2011

Re e Peixe

Ela seguia veloz
Sem saber sua parada
Ele vivia perto da foz
E resolveu pegar a estrada
Ambos correram atrás de sua certeza
E foi ao encontrar a corREnteza
Que o Peixe achou sua morada



Essa poesia dedico ao casal Re e Peixe, amigos queridos.

Casamento de Re e Peixe

Hoje foi dia de celebração - casamento de um casal de amigos! Passei a semana torcendo para o tempo melhorar, e hoje o sol estava brilhando, num céu azul maravilhoso.
Na igreja, a cerimônia foi linda e emocionante. Para fazer os votos, o padre perguntou como costumavam chamar o noivo: "Marco Antonio, Marco ou Antônio?", e todos na igreja responderam: "Peixe". Mas, o padre falou: "Peixe não pode. Vamos falar Marco, então". E seguiu a cerimônia. Foi lindo ver a emoção dos noivos, a delicadeza das palavras e o carinho nos olhares. Na porta da igreja o cumprimento aos noivos, para depois ir para a festa.
O salão estava bem decorado, tudo muito elegante. Logo que chegamos já pegamos uma mesa, e aos poucos o pessoal chegou. Então chegam os noivos, e a festa começa! Vários comes e bebes: dip de cenoura e pepino, mandioca frita e torresmo, salada, tudo servido em taças e cones. Para beber, batidas diversas, refrigerante e água. Como prato principal, feijoada! Fantástico!
Mas, o melhor da festa: além do clima super alegre, o DJ e a banda eram excelentes!! Todos estavam na pista! Eu mesma, que sou meio tímida para dançar, também procurei meu lugar na pista! Estava uma delícia, com a cara dos noivos, num clima descontraído e muito animado!
"E quando me souber, continue a me descobrir" - Que eles se descubram cada vez mais ao longo e suas vias.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Atchim!

Essa semana ele chegou e manso, comendo pelas bordas, tentando me render. Mas não quis saber, ele não me serve e suas tentativas não me atraem. Quero colo, sem artifícios. Quero mimos, de maneira agradável. Não insista, resfriado, que já me armei contra você!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Bons Ventos

E depois de meses de calmaria navegando nesse mar incerto, os bons ventos chegaram.
Que continuem soprando ao meu favor.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Livrando o armário do passado

Esse fim de semana foi de arrumação. Minha irmã começou a fazer um limpa no armário do corredor, enquanto eu limpava a estante. O motivo inicial foi pela falta de espaço e sobra de livros, documentos e papéis mas, no fim, foi uma bela organização mental.
Organizei os desenhos em pastas, joguei algumas coisas fora e tirei todas as revistas. Essas, no mesmo dia, tiveram seu destino - um conhecido as levou embora, para trocar por livros e outras revistas em uma feira de troca e barganha.
Esse foi o saldo do sábado. Mas, no domingo, fui me aventurar no armário do corredor, entre meus inúmeros textos de faculdade e agendas escolares. Muitos dos textos estavam mofados, não restando outra alternativa senão o lixo. Quanto às agendas, olhei com cuidado as do colegial, que eu fazia de diário. Quanta bobagem, que na epoca era de extrema importância! Amigas, amores, confusões... alguns poemas - bem ruinzinhos, mas que ajudaram a compor meu jeito de escrever. Um passado que foi meu presente durante tanto tempo, e que eu percebi que estava mais do que na hora de jogar fora.
O mais engraçado foi ver minha escrita em código. Sim! Para não correr o risco de alguém ler o que eu escrevia, assuntos confidencialíssimos, eu criei um alfabeto codificado, e escrevia com ele. Claro que, anos depois, os códigos eram secretos para mim mesma. Mas, com certeza estavam mais suspiros e bobagens a respeito das neuras adolescentes.
Devo dizer que apesar de ter acabado com minhas costas, foi um alívio ter liberado da estante, do armário e de mim todos esses papeis.