segunda-feira, 31 de março de 2008

Qual arquitetura?

Há pouco mais de uma semana, o Pôlo passou um link para a turma da arquitetura. As coisas desse projeto geraram a maior discussão no e-mail do grupo. Discussões muito válidas, sobre os exageros da arquitetura - exageros formais, visuais, mas também exageros de custos, de luxos. Sobre sustentabilidade, uma preocupação cada vez maior, mas ao mesmo tempo apenas um embrião em termos práticos.
E hoje, lendo o blog da Tha, tive vontade de escrever sobre o tema. Sobre o que eu acredito, o que me agrada na arquitetura. Essas são questões levantadas no post dela, mas creio que isso deva passar pela cabeça de todos os estudantes e profissionais de arquitetura.
Como ela mesma disse, o curso que fizemos é de base modernista. E vemos alguma coisa de arquitetura contemporânea/high tech.
Agrada-me muito a arquitetura moderna. Seus elementos claros, seus espaços objetivos, a ruptura com todo o rebuscamento do que era feito antes. Mas, como tudo, ganha-se de um lado e perde-se de outro. A arquitetura moderna veio para acompanhar um ritmo de vida do homem que estava se transformando cada vez mais - trouxe a praticidade, a facilidade para o ambiente, quando já podíamos observar a prática em outros setores da vida. Porém, seus planos limpos, suas transparências, suas empenas sem ornamentos, a dureza do concreto, trouxeram uma certa impessoalidade. Tudo certinho demais, tudo no lugar adequado, preciso.
E vejo algo parecido acontecer com a arquitetura contemporânea/high tech. Da mesma forma que aquela, esta arquitetura busca andar de acordo com seu tempo. A vida hoje é um aglomerado de tecnologias e informações; pressa e estresse constantes, e ao mesmo tempo a busca por um refúgio tranquilo, onde toda a preocupação fique fora do ambiente de descanso. E então observo dois opostos... arquiteturas que são quase um caos - exageros visuais, em cores, acessos à internet e outras relações virtuais; e arquiteturas que são limpas demais - onde cores são branco, preto, marrons e todos os tons neutros, e onde tudo está exatamente no lugar que deveria.
Tanto no modernismo, quanto no contemporâneo, há essa impessoalidade. Claro que estou generalizando - sei que o que estou falando não é regra. Voltando ao assunto. Sinto falta de vida nesses tipos de arquitetura. Tudo é preciso demais, perfeito demais, no seu devido lugar. Espaços que mais parecem filme de ficção do que realidade. Parece que a qualquer momento sairá um robô, ou um clone, ou qualquer viagem científica de algum canto da sala. Tudo é perfeito demais. Mas a vida não é perfeição. Aliás, a graça da vida está nas pequenas imperfeições.
Cadê o sapato na sala, tirado num dia que vc chegou cansado? Onde estão os quadros de paisagem morta, pintados pela criança aprendendo as primeiras pinceladas? A louça bagunçada, que nunca cabe toda certinha no armário (por melhor e maior que seja o armário). O sofá comido na ponta, que o filhotinho rasgou logo nos primeiros dias. Aquela poltrona antiga da casa da avó, que você pegou para si. Aquele jardim desordenado, mas com tantos cheiros e cores, que encantam todos que o vêem... Enfim... coisas que mostram que pessoas vivem naquele espaço, que usufruem dele.
Sei que não faria uma casa rebuscada para mim. Mas também não faria uma casa totalmente clean... quero fazer uma arquitetura limpa, mas sem a dureza aparente no concreto. Uma arquitetura aconchegante, humana.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Filosofia de rua

À noite, vejo a seguinte frase no adesivo colado no vidro traseiro de um carro:
"Coloque a cabeça em pensamentos antes de colocar a língua em movimento"

É... falar mais o que, né?

quinta-feira, 27 de março de 2008

Há males que vêm para o bem

Recebi por e-mail o seguinte trecho: "Às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo."



Vejo que essa frase se aplica muito bem ao ciclo que vivi no último ano. Há exatamente 1 ano, estava na contagem regressiva para meu casamento. E, desse período pra cá, tudo virou. O casamento acabou de uma maneira estúpida e covarde, e eu me senti em um abismo.

Mas, na mesma semana que acabou, minha vida mudou geral - não só na parte emocional. Minha vida profissional, que estava meio encostada, começou a agitar, com o emprego novo. Amigos que não estavam tão presentes deram apoio e carinho, quando mais precisei!

E, aos poucos, o tempo foi passando, e eu fui me reestruturando. Amadureci, cresci. Aprendi a olhar para mim, e aprendi a olhar em volta, a ver as coisas lindas que acontecem quando estamos dispostos.

Hoje posso dizer que coisas fantásticas e maravilhosas acontecem a cada dia! E que elas não teriam acontecido se eu não tivesse passado por tudo o que passei.

sábado, 22 de março de 2008

Poeta

Como disse em outro post, "Tinha um poeta no meio do caminho"...
Ontem a manhã e a tarde custaram a passar. Cada hora parecia um dia inteiro!
Até que a hora esperada chegou, e com ela o poeta!
E desde então, o dia tão custoso a passar, resolveu acelerar o passo. O que antes parecia dias, agora não passava de minutos...
Passeio, cinema, jantar... o poeta declama seus versos num pedido! E as borboletas que já estavam em revoada, ficaram afoitas! O coração acelerado, totalmente embriagado pelas palavras afetuosas.
As estrelas não apareceram no céu, mas sim em cada troca de olhar, em cada sorriso.
Tinha um poeta no meio do caminho... bendito caminho!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Terras Desconhecidas

Durante anos caminhei por terra que julgava segura. Terra firme, fértil, onde resolvi que seria construída minha morada. Então veio um terremoto, logo após terminar a construção, e acabou com tudo. A fundação era profunda, mas a terra era árida, e rachou, derrubando tudo.
Derramei muitas lágrimas ao ver os tijolos, colocados um a um, despedaçados no chão. Não sobrou nada de tudo aquilo que havia sido feito com tanto carinho.
Lamentei durante um tempo, por uma coisa que já não existia mais. Até que enxuguei as lágrimas. Resolvi me levantar, pois descobri em mim minha morada. Ninguém pode arrancar essas fundações, pois estão arraigadas no fundo de minha alma. Podem me abalar? Claro que podem. Assim como as palmeiras e árvores se abalam com o vento, mas que seguram firme, para não se deixarem cair.
Mas, preciso de um lugar para pousar minha morada. E pousar é muito diferente de fincar. Não quero depender de terra alguma. Como uma barraca de acampamento, fico enquanto o lugar for interessante, belo, aconchegante. Pode ser que fique pra sempre, pode ser que não. Dependerá do lugar, do tempo, da viagem, do aprendizado. O importante é me sentir segura e acolhida na terra pousada, e sentir-me livre para caminhar.
Vejo terra nova, e quero pousar minha morada. Torço para que seja por muito tempo, pois a paisagem que vejo é encantadora. Assim como derramei inúmeras lágrimas em terras que me deram falsa segurança, agora quero desfrutar de inúmeras alegrias nessas terras desconhecidas.

terça-feira, 18 de março de 2008

Águas de março

"São as águas de março fechando o verão..." Ontem choveu o dia inteiro! Além da chuva, estava frio! E que frio! As águas de março caíram, mas fechar o verão... precisaria de verão pra isso. E a coisa que menos teve nessa estação foram suas características (sol, calor).

Bom... hoje o céu estava se abrindo, até que ficou azul, azul! Lindo! Sol!! E até um certo calor.

Mas, eis que, à noite, de repente, chuva! De onde vieram as nuvens, eu não sei.

Vai entender esse tempo maluco... creio que a máquina de São Pedro esteja desregulada....

domingo, 16 de março de 2008

Quase sem querer

Ontem estava conversando com uma pessoa muito querida, sobre sentimentos, emoções e estado de espírito. Enquanto conversávamos, uma música do Legião Urbana me veio à cabeça, e resolvi postá-la aqui.


Quase Sem Querer

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso.
Só que agora é diferente:
Estou tão tranquilo
E tão contente.
Quantas chances
desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.
Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você
estava chorando
E foi então que percebi
Como lhe quero tanto.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você


Essa música ainda me faz pensar em algo além... nos versos: "Sei que às vezes uso palavras repetidas, mas quais são as palavras que nunca são ditas? " o que ele quer dizer?
Pensando no contexto da música, vejo uma ambiguidade - será que ele quis dizer que todas as palavras se repetem, ou será que ele quis dizer que as palavras que não são ditas são aquelas que machucam, e por isso devem ser evitadas? Creio que seja a primeira opção, de que todas as palavras se repetem em algum momento. Mas é sensível pensar que as palavras que não se repetem são aquelas que ofendem, magoam, e que não devemos dizê-las.
Apenas um devaneio sobre umas das músicas que mais gosto...

quinta-feira, 13 de março de 2008

"Eu so quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem"

Não é preciso dizer mais nada. Nem sobre borboletas.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Nada

Pensei em escrever hoje.
Mas, sinceramente, não sei o que dizer.
Pensei em falar que ainda estou fazendo o projeto da piscina - embora preferisse estar dentro de uma hoje, com o calor que fez.
Pensei em falar de meus sentimentos, mas isso eu tenho feito demais ultimamente.
Pensei em escrever um conto, porém, estou sem a mínima imaginação.
Então, esse post é sobre nada, assunto algum, coisa nenhuma. Só para deixar registrada a minha vontade de escrever.

domingo, 9 de março de 2008

tempo

Tic-tac, tic-tac....
O tempo corre depressa, as horas passam ligeiro.
Mas cadê o dia que nunca chega?

sábado, 8 de março de 2008

Outro assunto

Bom... alguns já devem estar achando esse blog meloso demais. Sinceramente, não estou me importando muito com isso, não. Mas, resolvi deixar aqui um pouco do que se passa na parte profissional da minha vida.
Pois bem... faz um mês mais ou menos que estou fazendo o projeto de uma piscina. Engana-se aquele que pensa que é apenas cavar um buraco, concretar e encher de água! Acredite... hoje eu gostaria que uma piscina fosse feita assim! Já estou me afogando nesse projeto que nunca acaba!
Tudo bem que está ficando legal. Tudo bem que detalhei até o parafuso que vai na telha metálica de cobertura (ah! a piscina é coberta). Mas, devo dizer que não vejo a hora de acabar! Admito que será muito legal vê-la construída, porém, enquanto isso, queria uma rede pra deitar, sombra e água fresca. E longe desse buraco de concreto revestido por placas cerâmicas extrudadas 12x24, na cor azul, com detalhes em cerâmicas brancas, de mesmo tamanho.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Encanto

Sábado. Noite estrelada.
Amigos. Risadas. Olhares.
Tinha um poeta no meio do caminho...

Será que as borboletas chegaram?

Palavras mágicas. Feitiçaria.
Hipnose em poesia e música.
Encantamento do mago das palavras doces.

Que venha a revoada!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Coração despertando

Manhã de primavera no coração, apesar de estarmos saindo do verão...
Tum-tum, tum-tum, tum-tum... o coração bate. Mas, não bate só para manter o corpo funcionando.
Tum-tum, tum-tum, tum-tum... coração bate pela vida que o cerca, pela brisa incerta, pela poesia da estação...

quarta-feira, 5 de março de 2008

Aos curiosos de plantão

Bom... alguns amigos devem estar estranhando os temas dos meus últimos posts...
Devo informar que, por enquanto, continuarão na curiosidade mais um tempo.
Posso apenas adiantar que, depois da tempestade que passei há uns meses, veio uma espécie de calmaria. Mas, agora, o vento se manifestou e sopra forte, forte! Mas já não está contra mim. Estou na onda desse vento, deixando-me flutuar em seus braços.

Sem mais...

terça-feira, 4 de março de 2008

Apenas Isso

Hoje, não falarei de flores, nem de amores... não falarei bobagens, nem anseios.
Deixarei um texto que não é meu. Deixarei as palavras de quem sabia tocar o coração com sua poesia e melodia.

Chega de Saudade

Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz Não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
Mas, se ela voltar
Se ela voltar que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calada assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim
Não quero mais esse negócio
De você longe de mim
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim...

Vinícius de Moraes

segunda-feira, 3 de março de 2008

Mais um sentimento

Conversando com um amigo ontem pelo msn, perguntei se ele tinha lido meu último texto. Ele falou que não, e foi ler. Alguns minutos depois, ele vem com a pergunta: "você falou sobre Paixão, Ódio e Amor. Jogarei mais um sentimento, e quero que você pense (pode até virar post): Desejo". E eu repondi: "Perguntinha difícil essa, heim, seu Victor?" e ele retrucou: "Eu não faço perguntas fáceis."
É... de fato. Não foi uma pergunta nada fácil. Mas, senti-me na obrigação de pensar à respeito e colocar aqui...
Achei essa definição na internet: "
Vontade de obter ou usufruir de algo. Quanto mais difícil de concretizar ou realizar mais forte se torna. Por vezes a realidade imaginada é em grande escala superior à obtida, contudo é um sentimento que alimenta muito a ação da vida."
Ao fazer a pergunta, o Victor falou: Desejo é uma mistura de sentimentos...
Concordo com ele, que Desejo é uma mistura de sentimentos - contendo, nessa mistura, a Paixão e o Ódio. Mas é um sentimento ainda mais egoísta e avassalador. O Desejo quer ter, mas pelo simples fato de ter - não há trocas, pois ele não quer trocar nada. Quer possuir, para saciar-se. O Desejo é a própria maré, que varre tudo, é a própria ilusão, para conseguir o que quer.
O Desejo não é aprisionamento - é apropriação. Pega o objeto almejado sem permissão, e o devolve quando bem entende. O Desejo não pensa - age. Não remói - corrói.

domingo, 2 de março de 2008

Profundezas de sentimentos

Acabei de ler o Ao Sugo e novamente me inspiro para um post...
No texto, há a discussão sobre Amor e Ódio. Pois bem, aqui farei minha ressalva...
O verdadeiro Amor não padece, nem morre. Quem morre é a Paixão.
Amor não é posse, não é dar esperando algo em troca. Amor não é fazer você se desviar do caminho, nem tão pouco é aprisionar-se. Amor não acaba.
Paixão sim, quer tudo para si; quer doar-se perante um ganho. Paixão cega seus olhos e o deixa sem rumo, e o faz inseguro de suas capacidades.
E o ódio? "Resiste à virada das marés. Mesmo que seu motivo seja destruído, sua simples lembrança faz com que ele permaneça." De fato, o ódio resiste. Mas resiste naqueles que têm a incapacidade de amar.
O Ódio destrói obstáculos. A Paixão, com seu ímpeto, desvia-se deles. Agora, o Amor ultrapassa, encara de frente cada obstáculo, sem destruição e sem ilusão. A inconformidade é coisa do Ódio e da Paixão, mas nunca do Amor.
A Paixão e o Ódio são aprisionamento. A primeira, é o aprisionamento do outro e no outro; é o medo da perda daquilo que se julga seu. O segundo é o aprisionamento em si mesmo. É fazer com que seus pensamentos e atitudes sirvam de alimento a ele, e assim suas grades se tornam mais pesadas e fortes, dificultando a entrada do amor. Ódio e Paixão são vícios.
Mas, e o Amor?
O Amor é a sutileza presente em todas as coisas. O Amor não é dono de nada, e não espera ser. Ele sabe que tudo no mundo é emprestado, e cuida com zelo, carinho, respeito e dedicação enquanto estiver em suas mãos. O Amor não teme ser deixado, pois sabe que cada coisa tem seu tempo ao seu lado.
Amor é paz de espírito, é confiança, liberdade. Amor não é querer ter - Amor é não precisar ter.
O Amor é liberdade, alegria. Amor é compreensão. Amor é seguir seu caminho, possibilitando que em alguns momentos outros caminhos se cruzem com o seu, e até caminhem juntos. Mas, é saber também qual lado da bifurcação seguir, mesmo que seja o lado oposto ao outro.
Amor é esperança, de sempre seguir em frente.