segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

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Segunda de carnaval. Marasmo na rua. Nada a declarar.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Tarde agradável

Não ia escrever mais hoje, visto que publiquei um texto pela manhã. Mas passei uma tarde tão agradável, que resolvi deixar registrado aqui.
Tenho um casal de amigos que moram pertinho de casa. Esse casal tem duas filhas já adultas, e uma delas teve bebê há pouco tempo. Queria muito conhecer o pequeno, mas estava meio enrolada. Ontem, liguei para eles, e combinei de visitar o netinho. Hoje, logo depois que almocei, fui até a casa deles.
Que coisinha linda!!!!! Olhos vivos, cabelos clarinhos, sorriso estampado no rosto!! Lindo, lindo!!!! Fiquei com ele no colo por alguns minutos, e ele deve ter gostado - pelo menos estava quietinho, e sorrindo. Coisa mais totosa!!!!
Mas ir até aquela casa sempre me dá uma paz muito grande! Esses amigos, que conheci através de outra pessoa, há uns 8 anos, são muito carinhosos, atenciosos, gentis, têm uma ótima conversa! Aliás, a família toda! Sinto-me em casa quando vou lá. Conversamos durante um tempão, sobre algumas coisas passadas, sobre meu trabalho, sobre assuntos diversos. Assuntos sérios e banalidades. Emocionei-me, e também ri muito.
Sei que, quando olhei no relógio, já haviam passado mais de 2 horas, sendo que parecia que eu havia acabado de chegar. Nesse tempo, bebê mamou, sorriu, dormiu e acordou de novo; e os adultos conversaram, comeram chocolate e tomaram suco feito crianças.
Momentos que são verdadeiras preciosidades, para tornar a vida ainda mais interessante de ser vivida!

Carnaval

Sábado de carnaval. O que fazer? Bom... coisa difícil de se decidir, em uma cidade que não oferece opções...hehehhe
Na verdade, carnaval ou não para mim não faz diferença - nunca gostei dessa folia. Não gosto das músicas, da agitação, de nada disso. Se ainda houvesse aquele carnaval de rua, com marchinhas e amigos, e fantasias engraçadas, pode ser que eu tivesse algum pique. Mas esse carnaval que um ano é axé, o outro é funk, o outro é sabe-se-lá-o-que, muvuca em todo lugar, isso não me deixa nenhum pouco animada.
Então... que fazer? Porque ficar em casa também não rola... você passa todos os canais de TV, e não acha nada legal para assistir.
Ainda bem, um primo se lembra da prima imersa no marasmo, e liga no fim da tarde: "que vai fazer hj?" e a prima responde: "nada". E o primo solícito: "eu e a namorada vamos a um barzinho com uma galerinha. Tá a fim?". A prima, vendo a luz surgir, responde: "opa! Vou, sim!!".
Bem, virei para a minha irmã, e perguntei se ela queria ir também. E ela disse que sim - coisa difícil de acontecer ultimamente, pois ela estava em contenção de gastos. Então, jantamos em casa mesmo, para não ter que gastar muito.
Deu a hora, o primo passou em casa. A noite estava linda, com o céu todo estrelado! E o barzinho também estava num clima muito bom - ele possui uma área externa, que foi onde nos acomodamos. Estava muito gostoso. O papo que rondou a mesa a noite toda foi cinematográfico. Conversamos sobre filmes e séries, atores e atrizes. Foi bastante agradável. Ri muito, claro - como poderia ser diferente, né? Amigos, um lugar bacana, uma noite linda! E me vem na cabeça a frase, que já devo ter mencionado aqui em algum outro post: "...com alguns bons amigos, bebendo de bem com a vida..."
Eu sei que isso poderia ter acontecido em qualquer outra noite. Mas o fato é que era noite de carnaval. E ele ainda não teve seu fim.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Como vai? Prazer!

Que coisa louca essa de internet!
Essa semana conheci uma pessoa através do orkut - ele tinha olhado meu perfil, eu olhei o dele (pra saber quem era), vi que tínhamos um conhecido em comum. Então ele veio puxar papo, e começamos a conversar. Foi msn a semana inteira. Não conhecemos quase nada um do outro (claro, né? Uma semana, e ainda via net?!), mas acho que ele é uma pessoa bacana, pelas conversas que tivemos.
O fato é que essa coisa toda me fez lembrar de uma história que aconteceu há uns 7 anos.
Um amigo da turma de colegial (que chamarei de B.), que mora no Canadá, viria visitar a gente nas férias. Pouco antes de chegar ao Brasil, ele comunicou à turma que precisaria de lugar para duas pessoas, pois um amigo do Rio (que chamarei de Carioca) viria com ele. Ok. Agora, a parte bizarra da história - coisas de tempos modernos, e civilizações virtuais.
O Carioca era um amigo de ICQ (velho, né?) do B., e os dois nunca tinham se encontrado ao vivo na vida!!! Eles se encontraram em São Paulo, e vieram para o interior. Cara doido esse Carioca! Ir pra Sampa para conhecer um amigo de net, e depois vir com esse amigo para o interior, conhecer o resto do bando de loucos!!!
Foi muito legal a estadia dos dois por aqui, e claaaaaaaaaaaro que a turma toda tirou muito da cara do Carioca - afinal, um bando de caipiras e um carioca de RRRRRR e SSSSSS arrastados, só podia dar nisso. Eu sei que, com o passar dos dias, o Carioca foi se sentindo mais à vontade, e conquistou a turma toda. Então, uns dias antes de ir embora, o carioca nos confessou: "Sabe, gente... eu estava com o dinheiro da passagem de volta separado na mochila, porque se eu não gostasse do B. eu voltaria. Aí, achei o cara legal. Mas deixei o dinheiro no cantinho da mochila, quietinho, porque, se eu chegasse aqui e fosse mal recebido, eu iria embora. Mas, vocês são gente boa!"
Depois de dias agüentando a gente imitá-lo, com todoSSS oSSSS SSSS e falando RRRRRRRRei e outras palavraSSSS com muitoSSS RRRRRR e SSS arraSSSSStadoSSSSSS, o Carioca ficou folgado: começou a imitar a gente! Mas ele não conseguia imitar direito - o R ele fazia como nós, interioranos, mas o S não havia meio de ele não arrastar! É... o Carioca não virou PauliSSSSSta, mas deixou uma lembrança boa pra muita gente. A única pena é que não trocamos e-mail... a minha irmã trocou ICQ com ele, mas com o tempo perderam o contato.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Tecnologias x meus pais

Devo dizer que meus pais não são muito fãs de tecnologia. Cada vez que um eletrodoméstico, um aparelho de TV, DVD, ou qualquer outra coisa que tenha botões é comprado, entram em ação as meninas super poderosas - no caso, eu e minha irmã... (tá, nem tão poderosas assim).
Minha mãe tem verdadeira aversão a aparelhos de botõezinhos. Computador então, nem se fale! Pra ela, computador é bicho que morde!
Bom, resolvi escrever esse post para contar o que aconteceu hoje.
Meu pai tinha um celular da operadora X, mas ele quase não usa o aparelho. Ele sai de casa e leva o celular, mas deixa desligado. Só liga para ele usar. Ou seja, se alguém quiser falar com ele, esquece... só se der muita sorte de pegar o aparelho ligado. Como ele realmente quase não usa, ele viu que estava pagando muito pra pouco uso. Então, fui com ele hoje à tarde ao shopping, pra trocar de operadora. Fomos à operadora Y, e pegamos um plano bem baratinho, que vai gerar uma diferença razoável no mesmo prazo que a outra dava.
Chegamos em casa e depois do jantar fui explicar ao meu pai como funciona o aparelho. "Aperte aqui, e ele liga"; "Para atender chamada, é só apertar o verdinho"; pra encerrar a conversa, é só apertar o vermelho"; "Pra desligar aperte o vermelho, e depois ok"...
Foram apenas operações básicas, porque gravar um contato já é complexo demais. Mexer no menu, então, nem pensar! Foi engraçado.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Mico? King kong!!

Pessoas! Paguei um mico gigante hoje!
No fim da tarde tive uma reunião com um possível cliente. Logo que cheguei no local combinado, começou a chover. Meu pai me deixou lá e foi embora. Entrei, conversei com o cliente, e tudo certo. Acabada a reunião, liguei para meu pai me buscar. A chuva estava muito forte, então esperei dentro do escritório mesmo. De repente, vejo um carro parando, ajeitando pra estacionar. Corri pra dentro do carro e... um estranho! Olhei, pedi desculpas, falei que estava esperando outra pessoa. Ele também ficou sem ação, e disse que estava esperando a namorada, que trabalha no escritório onde eu estava! Saí do carro correndo, e entrei novamento no escritório do cliente. Falei pra mocinha que o namorado dela é que estava lá fora, e não meu pai... Tomei o maior toró à toa!
É... podem rir... senti-me muito boba! E, por incrível que pareça, não fiquei mal-humorada! Quem me conhece sabe que eu sou feita de açúcar - derreto na chuva. Como detesto tomar chuva! Tanto é que, ao menor sinal de chuvisco, carrego meu trambolho comigo (trambolho é como eu chamo meu guarda-chuva tamanho família). E claro, quando o trambolho não está comigo, São Pedro aperta o botão de temporal! Então, realmente foi de espantar eu não ficar brava com o ocorrido - além de ficar ensopada, ainda paga um king kong desses!!!
Bom, enfim... Esperei meu pai chegar - ele chegou logo em seguida, e entrei. Ao chegar em casa ainda ficamos uns 10 minutos dentro do carro, esperando a chuva passar para poder entrar em casa...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O Cheiro da Tortura

Na mesma sala que eu trabalham mais duas amigas, aqui no escritório. E todo dia somos torturadas por uma doce velhinha. Na verdade, pela pessoa que trabalha para ela.
É que a janela da sala abre para o fundo do escritório, e é pela janela que a tortura chega...
Todo dia, por volta das 10h30, vem, pela janela, um cheiro maravilhoso de comida!!! Tem dia que até tentamos adivinhar o que será servido no almoço! E esse cheiro, claro, desperta a fome! Aí, é praticamente uma contagem regressiva para chegar 12h e podermos matar quem está nos matando!
Trabalho com o cheiro da comida me lembrando toda hora que eu tenho um estômago... pensando o que comerei no almoço...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Músicas da minha infância

Algumas músicas marcam nossa vida, fazem-nos lembrar de momentos especiais, alegres, tristes. Vou falar em duas músicas em especial que marcaram a minha infância. Ambas são de Chico Buarque.
Uma delas é "João e Maria". Minha mãe costumava ouvir uma rádio que tocava só MPB, e essa música tocava quase todo dia. Quando ela não estava escutando a rádio, ela assobiava essa canção. Passei minha infância toda (desde que me entendo por gente) escutando essa música. Lembro que não gostava muito dela, não... quando começava a tocar, eu pensava: "essa música de novo?". Achava a sonoridade triste. Com o passar do tempo, fui percebendo a letra da música, e passei a gostar. "Agora eu era herói, e meu cavalo só falava inglês./ A noiva do cowboy era você além das outras 3./ Eu enfrentava os batalhões, os alemães e seus canhões, guardava o meu bodoque e ensaiava um rock para as matinês..."
A outra é "Beatriz". Essa lembra meus tempos de ginásio. Todo o meu primário eu fiz à tarde, e à partir da quinta série, passei a estudar de manhã. Quando minha mãe ia acodar a mim e à minha irmã, ela falava: "Renata, levante você e sua irmã", e ligava a TV. Nessa hora da manhã - ela costumava nos chamar às 6h15, ainda não estava passando programa algum, e na globo tocava música, até começar o telecurso. E lembro que Beatriz era meu despertador. Bom, na verdade era a última coisa que eu escutava antes de levantar da cama, porque ela tocava todo dia no mesmo horário. E sempre gostei dessa música - achava linda a melodia, e a letra também.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Casa

"Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada. Ninguém podia entrar nela não, porque na casa não tinha chão. Ninguém podia dormir na rede, porque na casa não tinha parede. Ninguém podia fazer xixi, porque penico não tinha ali. Mas era feita com muito esmero, na rua dos Bobos, número zero."
Outro dia estava com essa música na cabeça... adorava ela quando criança. E claro, achava super engraçado. Como pode, uma casa sem teto, sem parede, e ainda assim ser uma casa? Pois digo que é! E que, realmente, é feita com muito esmero, na rua dos Bobos, número zero, numa cidade Sem Nome... A criança quando brinca, imagina o lugar onde se passa a brincadeira. Cadeiras usadas para delimitar a área da Casa, do Castelo, da Gruta. E se a casa é mais elaborada, pode ser feita com papelão, ou até mesmo com toalhas e lençóis! O importante é ter um espaço para chamar de Casa, de Lar, de Cabana, de Barraca de acampamento (mesmo que seja feita bem no meio da sala - mães adoram isso!). E com certeza, elas são mais gostosas, e fazem mais farra do que aquelas casinhas de madeira (hoje de plástico), com sala, quarto e cozinha.
Elas instigam a imaginação! E se há 3 moradores na Casa, com certeza há 3 Casas - sim, porque cada criança pensa do seu jeito como aquele Lar é, os seus objetos, seus móveis imaginários. Dividem o mesmo espaço físico desengonçado, mas como é rico o espaço imaginário! Quanta coisa há na Casa! E quantas histórias ela presencia!
Por isso, repito - a casa sem parede, sem teto, sem nada, existe. E como existe!

domingo, 20 de janeiro de 2008

Aniversário!!!!!!!!

Adoro comemorar aniversário!!!! Sempre gostei!!!! E, como disse antes, parece que meu aniversário começou dia 18!
Hoje foi um dia tranquilo - pela manhã saí com meu pai para comprar umas peças para fazer uns colares, e também para pesquisar preço de cadeira (patrão liberou a troca das cadeiras do escritório, ainda bem!). Encontrei um casal de amigos na rua, mas trocamos poucas palavras.
À tarde não fiz nada de muito útil... fiz uns 3 colares (na empolgação das peças que comprei), e fiquei no bate-papo na net.
Mas, à noite, fui comemorar!!!!
Fui com uns amigos no bar que eu mais gosto aqui em Sanca City!! Não há lugar melhor para mim! A comida é maravilhosa, as batidas são fantásticas!!! A música tb é sempre muito boa! E, claro, a companhia dos amigos sempre é imprescindível! É como fala a canção "... bebendo de bem com a vida..." - e é assim que eu passei o dia de hoje: de bem com a vida (não, não foi bebendo, como alguns devem ter pensado! hehehe).
Devo dizer que foi um aniversário para guardar no coração, de tão gostoso! Não foi nenhuma surpresa, mas foi num clima aconchegante, de carinho, risadas e amizade!
É isso. Não há mais o que falar.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Em ritmo de aniversário

Meu aniversário é amanhã. Mas ao acordar, senti um clima de aniversário tomando conta de mim, como se ele tivesse iniciado hoje, para acabar apenas amanhã.
Ao chegar no escritório, uma surpresa feliz de uma amiga - um kit de O Boticário super delicioso, com cheiro de frutas! Sabonete com cheiro de ameixa, e um shampoo com cheiro de amora e sândalo. Isso me faz lembrar de um creme da mesma marca que ganhei da minha irmã de natal, que tem cheiro de framboesa e mirtilo. Ao abrir a embalagem de qualquer um deles, a vontade que dá é de comer, de tão cheiroso! Muito bom!!
Bom, voltando ao dia... eu sei que esse mimo logo pela manhã fez o clima de níver aumentar! Almocei com as amigas do escritório, e mais uma amiga e o namorido. Um almoço delicioso, no restaurante preferido por nós quando queremos um lugar bacana, ou um pequeno luxo de um prato delicioso e bem apresentável!!!
Depois do almoço segui com uma das meninas para uma loja, onde havia combinado de encontrar com a minha irmã. Mas, ao pisar na loja, a moça que nos atendeu veio à contra gosto em nossa direção, e nos olhou com cara de cocô (desculpe a expressão). Ficamos uns 5 minutos lá dentro e saímos, pois o atendimento foi péssimo! Então seguimos para a lojinha especial! Aquela que comentei aqui outro dia! Lá sim, recebemos tratamento vip! Chegamos lá, e a vendedora nos atendeu muito bem, com muita atenção. Deixou-nos à vontade para ver peça por peça. Saímos nós 3 felizes e contentes.
Voltei para o escritório, e fiquei até o fim da tarde. Então, fui para a minha hora de spa! hehhe
Ok, ok... fui apenas para a sessão semanal que eu tenho de acupuntura/massagem. Eu sempre espero a semana toda por esse dia! ë a hora que eu relaxo, não tenho que pensar em nada, fico bem.
Para completar o clima de aniversário, fui jantar com meus pais e minha irmã, em um restaurante/barzinho bem legal. Muita comida e muita sobremesa depois, voltei para casa.
Espero que amanhã o dia seja ainda melhor!!!!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Conto

Fuçando em meus arquivos do computador, li um conto que escrevi em 2006. Resolvi postá-lo aqui. Segue o conto, e depois a explicação.
Fim de semana

Estava quieto no meu canto, não queria papo com ninguém. Corri muito no dia anterior, não parei o dia inteiro. Viajei durante horas, em um espaço apertado dentro do carro, e com o sol na minha cola durante toda a viagem. Chegando, estava morrendo de sede, pois não levei comigo nem um pouco de água, além da fome que sentia, já que o café da manhã havia sido há muito tempo.
Mas o cansaço era maior. Do jeito que deitei, fiquei. Dormi durante muito tempo, refazendo-me da longa viagem. Então, ouço um barulho – “finalmente comida!”- pensei. Comi como se nunca houvesse comido na vida... depois me arrependi de ter comido tão rápido – conversei com meu estômago o dia inteiro... mas não adianta lamentar – o que está feito, está feito. Então, deitei, e dormi novamente.
Acordei pela manhã ainda cansado, com a sensação de que não havia dormido nada, apesar de saber que dormi a noite inteira. Espreguicei-me e levantei. Saí para dar umas voltas por aí. Depois de um tempo senti fome, e resolvi comer um pouco. Mas aquele cansaço não passava! Achei melhor deitar mais um pouco, quem sabe eu melhorava?
Fiquei quieto, sem dar bola para ninguém, curtindo meu cantinho tão aconchegante. Foi então que meu pesadelo começou. Do nada, começo a ouvir passos apressados e gritos, que não sabia de onde vinham, e nem o motivo de tanta algazarra. De repente, dois seres que eu nunca havia visto antes aparecem na minha frente, gritando sei-lá-o-que sem parar, deixando-me cada vez mais nervoso! “Socorro!!!” - queria gritar, mas simplesmente não conseguia!!!!
Agarraram-me, mas consegui escapar. Pena que foi por pouco tempo... as portas estavam fechadas, e eu me via em um beco sem saída. Corria, mas até quando? “Daqui a pouco eles me pegam”- pensei. Batata! Quando vi, um estava em uma ponta do lugar e o outro na outra. E eu no meio, sem saber o que fazer. Como eles eram bem maiores que eu, tentei correr e passar por baixo das pernas daquele que me parecia mais lento e, que, não sei por qual motivo, parecia encantado comigo. Consegui vencer a primeira etapa do plano, mas a porta continuava fechada. Batia, batia, mas nada... ninguém para me acudir. Então os gritos recomeçaram. Já não agüentava mais, estava cansado, coração disparado com aquelas coisas me seguindo, e acabei me rendendo. Finalmente aquelas crianças me pegaram no colo. Nem foi tão ruim assim, mas elas me apertavam muito, chegou a machucar. Poxa, posso ser fofinho, ser macio, parecer um bicho de pelúcia, mas não sou! Sou um coelho, caramba!!!
Agora, a explicação. Durante uns 6 meses, tive um coelho em um apartamento - sim, loucura total. O danado comeu muitos fios em casa, e era um tanto quanto na dele. Ficava um tempão chamando (ele se chamava RR, abreviação de Roger Rabbit), mas ele não dava nem bola... deitava em um canto da sala, fixava o olhar em um ponto, e ali ficava. Minha mãe falou que ele era altista, de brincadeira, por ele ignorar a gente completamente.
Nessa época eu morava fora, e toda vez que vinha visitar meus pais, trazia RR comigo. Em um fim de semana aqui, duas crianças ficaram encantadas com ele, e o cercaram em um corredor. Ao ver a cena, fiquei imaginando o medo, a angústia, o desespero do coelho, e coloquei minha imaginação no papel.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Mudança

Hoje foi dia de mudar! De atitude? De humor? De emprego? Nada... de apartamento mesmo! E nem fui eu que me mudei!
Minha irmã "subiu na vida", literalmente falando - ela mudou-se para o andar e cima do mesmo prédio. E ainda bem que foi apenas uma mudança de andar! Caramba!
Chegamos ao novo apartamento às 9h... que sujeira! Ele estava imundo! Os antigos inquilinos não tiveram o cuidado de limpar minimamente o lugar, para torná-lo habitável.
Socorro!!! Ao chegar, já peguei uma vassoura (minha vontade era montar em cima dela e sair voando) e comecei a varrer o quarto e o banheiro dela. Enquanto isso meus pais e ela subiam com alguns itens de primeiros-socorros para a faxina geral! Pano de chão, produtos de limpeza, furadeira, parafusos, lâmpadas...
Limpamos o apartamento todo, deixando de lado apenas os quartos e o banheiro das outras moradoras. Foi o dia todo nisso, com uma pausa para o almoço, em um restaurante simples e muito simpático (com muita comida tb).
O dia rendeu bolha na mão, cansaço geral, e um apartamento limpo.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Dia comum

Hoje foi um dia comum. Acordei, com o Calvin feliz e contente abanando o rabo para mim e vindo me dar bom dia. Levantei, escovei os dentes, tomei café, troquei de roupa e fui trabalhar.
Apenas uma observação - rouca, desde sexta passada, posso dizer que esses dias tenho tagarelado pelas mãos, através das conversas online.
Bom... voltando... trabalhei tranquila pela manhã e, ao sair para o almoço, o parafuso dos meus óculos de sol cai, e sabe-se lá onde! Minha lente ficou manca... e inutilizada.... não me restava mais nada senão levar minha proteção ocular para o pronto socorro. Almocei e fui até a óptica.
Deixei o pobre lá, todo desengonçado, para arrumar. Na volta, vejo que uma loja adorável que eu descobri, graças à uma amiga, no ano passado estava em liquidação!!!!! Meu lado dondoca aflorou, e então entrei na loja!! Experimentei várias peças, mas levei apenas algumas.
Voltei para o escritório, e para o trabalho.
À noite, fui à casa dos meus tios, para conversarmos. Depois de algumas horas, voltei para casa e, ao descer do carro, vi um céu maravilhoso!!!!! Incontáveis estrelas brilhantes no céu! Esse foi o fechamento do meu dia - um céu fantástico sorrindo para mim!

sábado, 5 de janeiro de 2008

Começo de ano

2008, enfim, chegou.
Minha virada foi muito, muito tranquila (não que eu tenha ficado feliz com isso). Passei a virada na minha avó, e o almoço do dia 1o foi em casa...
Durante a semana voltei ao trabalho, num ritmo ainda meio lento. E, eis que na quinta, surge uma surpresa dupla!! Minha amiga Mary e minha outra amiga Ana!! Fomos ao Água Doce! Conversamos um pouco, foi muito gostoso. Ontem, no fim da tarde fomos ao mosaico, um barzinho muito legal!! Chegamos por volta das 19h lá, e saímos já era 24h! Foi uma delícia!!!! Conversamos muito! E outros amigos chegaram, pois hoje tivemos um casamento de um casal que estudou com a gente! Como foi bom!!!
Hoje, foi um reencontro delicioso!! Fomos testemunhas da união civil do casal, partilhamos da alegria deles!!! E revimos a turma!!! Foi fantástico! Creio que meu ano tenha começado na quinta, com todas essas coisas boas acontecendo!!!
E que o ano só melhore!!!!!