quarta-feira, 11 de agosto de 2010

I wanna hold your hand

Oh yeah, I'll tell you something
I think you'll understand
When I say that something
I wanna hold your hand

I wanna hold your hand
I wanna hold your hand

Oh, please! Say to me
You'll let me be your man
And, please! Say to me
You'll let me hold your hand

Now let me hold your hand
I wanna hold your hand

And when I touch you I feel happy inside
It's such a feeling that my love
I can't hide, I can't hide, I can't hide

Yeah, you got that something
I think you'll understand
When I say that something
I wanna hold your hand

I wanna hold your hand
I wanna hold your hand

And when I touch you I feel happy inside
It's such a feeling that my love
I can't hide, I can't hide, I can't hide

Yeah, you got that something
I think you'll understand
When I feel that something
I wanna hold your hand

I wanna hold your hand
I wanna hold your hand
I wanna hold your hand

Um pouquinho de: The Beatles

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Frase

"O poema é alquimia: transfigura as coisas, transforma a dor em alegria. A arte existe porque a vida não basta."

Trecho da conversa de Ferreira Gullar na Flip 2010.

domingo, 8 de agosto de 2010

Jogo de vôlei

Hoje de manhã fui com a família ver o jogo da seleção brasileira de vôlei feminino contra a seleção italiana.
Acordamos umas 6h30, tomamos café, arrumamo-nos e fomos para o ginásio. Chegando lá, já tinha fila formada, esperando o portão abrir. Depois de um tempo, entramos, e nos dirijimos à arquibancada. O ginásio lotou!!! Animadores de torcida, palmas daqui, olas de lá, praticamente perdi minha voz e as mãos antes mesmo de o jogo começar. As seleções entraram, e o jogo começou.
Que aflição!!!! Set apertado, e o Brasil perde. O segundo set começa, mas sem muito sucesso também. Então, no terceiro set, as meninas voltaram com força, e ganharam! Mas, o quarto foi o último... depois de muitas falhas, o Brasil perdeu...
Apesar da derrota, o Brasil ainda tem chance de ganhar o Grand Prix, e ter assistido ao jogo ao vivo foi muito legal! A vibração, a energia, a empolgação que se tem num ginásio lotado é muito boa!!!!

O Poderoso Chefão - I, II e III

Esse fim de semana assisti, finalmente, à trilogia de "O Poderoso Chefão". Minha irmã e eu fizemos a maratona, e valeu muito!
Uma história sobre a máfia, contada de uma forma muito intrigante! Não é daqueles filmes que todas as informações e mistérios são despejados no começo, e se descobre tudo de uma vez. Pelo contrário, os filmes são tensos do início ao fim! Cada trama é lançada no momento certo, e resolvida na hora exata de dar o gancho para um próximo acontecimento.
Fantástico!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

E depois?

O depois a gente espera virar agora, para deixar para depois de depois.

domingo, 1 de agosto de 2010

Código do fim

Pode ser a mais bonita
Carismática, inteligente
Pode encantar a toda a gente
Ele não a quer

Pode ser encantadora
Especial e perfeita,
Companheira e batalhadora
Ainda assim, ele não a quer

Pode escutar juras de amor eterno
Ruborizar com belos elogios
Ser mimada em seus abraços mais ternos
Não se engane - ele não a quer

Um amor em fala vasta
Que não acaba e não se basta
Num repente se transforma
Mil problemas aparecem
Não é você, mas ele
Um momento inoportuno
Pessoa certa na hora errada
Sua (com)paixão não é mais nada
Ganhou tanto, lua e saturno,
E agora, apenas um beijo na testa

É assim que ele atesta
Com gesto sem conversa
Que perdeu seu começo, o amor
Restando apenas o dia D,
Do início de sua dor.



Poesia feita à partir de conversas com pessoas diversas, sobre fins de relacionamento... sempre há um roteiro principal, mesmo nas mais diferentes situações... por que será que quase todo fim termina assim?

sábado, 31 de julho de 2010

Rosa

Com pés fincados no chão
Cresço corpo em caule espinhento
Aparento hostilidade
Andar ríspido, seriedade.

As folhas verdes
Dão a esperança do melhor:
Ao passar do caule à cabeça
Vê-se toda fragilidade

Pétalas delicadas
Num desabrochar constante
Perfume leve, aconchegante
Beleza e vivacidade.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dona Florinda

Adoro meu cabeleireiro! E sempre que eu corto, peço para ele deixar minhas ralas madeixas bem "patinho" - traduzindo: ele repica bastante, e o cabelo fica virado para fora, parecendo o rabinho do Pato Donald. Fica lindo!
Mas cabelo é bem temperamental, sabe? Tem dias que é só amassar um pouquinho depois de sair do banho, que ele já fica perfeito. Mas, tem dias que é necessário uma atitude radical para domá-lo. Nessas horas, eu apelo para os bobs (com velcro, para não precisar de grampos). Sim! Viro a perfeita Dona Florinda! Só não coloco lenço na cabeça. A cena é cômica. Mas, no dia seguinte, meu lindo cabelinho está do jeito que gosto, bem viradinho!
Cada louco com sua mania, né?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Alice no País das Maravilhas

Para variar, assisto aos filmes depois que saem de cartaz... motivo? Simples - detesto ir ao cinema sozinha! Aí, acabo vendo em casa, mesmo. Perdi 3D, sala cheia, telão... pelo menos tive o conforto do meu cobertor. Se gostei? Sim - creio que por ter ouvido algumas críticas negativas, assisti sem esperar muito do filme.
Na visão de Tim Burton, a história distorcida, remexida e transformada segundo sua loucura. Uma Alice pálida, um País escuro e meio sombrio, um chapeleiro-Depp louco de olhos tristes e esperançosos, uma Rainha de Copas que tem cabeça demais e cérebro de menos, uma Rainha Branca que é praticamente uma princesa-fada-madrinha-Walt-Disney (só faltou cantar com os pássaros e transformar farrapos em vestidos dançantes). Por não ser mais criança, Alice vê o País como um sonho, não uma possibilidade. Apenas no final é que ela se lembra de já ter estado lá, e as memórias recobradas a fazem perceber quem ela realmente é.

domingo, 25 de julho de 2010

Ilusão

Ilusionistas do amor
Não tiram coelhos da cartola
Mas atiram no coração
Prometem inverdades
Buscam fidelidade
Contada em compasso de dança.
Quando o show acaba
O amor é findado
Resta um coração destroçado
Mais nada
Nem mesmo esperança.

Canalha!

Não, não estou xingando ninguém. Também não estou revoltada com os homens.
Estou apenas pegando emprestada uma pequena polêmica nominal.
"Canalha!" é o nome do livro de crônicas de Fabrício Carpinejar. Ele é fantástico desde o seu título, afinal, com um nome desses, a gente fica ao menos curioso para saber do que se trata! Quer uma prova? Coloquei, de propósito, durante dois dias, no nick do meu MSN, a palavra: Canalha!. Mais de 20 pessoas vieram me perguntar: "por quê canalha?", "quem é canalha?", "nossa, Re, que aconteceu?", "está tudo bem, Re?" e outras perguntas do gênero. Carpinejar foi, no mínimo, inteligentíssimo, falem a verdade!
Do que se trata o livro? Segundo ele, Canalha! é o "Retrato poético e divertido do homem contemporâneo". Não é só isso. De forma leve e engraçada, ele comenta assuntos sérios, cotidianos, saudosistas.
Canalha! é o homem que sente, revolta-se, ama, ilude e é iludido, pai, amante, trabalhador, que teve infância, que fica bravo, que sabe ver a beleza nas pequenas coisas, como em uma tampinha de leite. Um homem com sensibilidade o suficiente para entender o lado feminino, mesmo agindo de forma a nos deixar irritadíssimas, afinal, entender não quer dizer agradar.
Canalha! é o homem que eu quero como companheiro. Um homem que me ame com gestos, não apenas com palavras.

sábado, 24 de julho de 2010

Bonecas Russas

Em cada boneca, uma particularidade
Um olhar diferente,
Um sorriso envolvente
Numa mesma personalidade
Desvendadas uma a uma
Como uma caixa de magia
Cheias de surpresas
Tristezas e alegrias

terça-feira, 20 de julho de 2010

Balões

Deixei a adulta de lado
Num olhar maravilhado:
Hoje sonhos voaram coloridos no céu



domingo, 18 de julho de 2010

A história de Lili Braun

A música da minha cabeça agora é essa de Chico Buarque, cantada por Maria Gadu

Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse X
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz

E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão
Foi desde então ficando flou

Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues
Abusou do scoth
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris

E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Pra uma turnê
Como amar esposa
Disse que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz

Burger King e Shrek

Para continuar o fim de semana em Ribeirão, hoje fui com minha irmã, meu cunhado e um casal de amigos dela ao shopping. Primeiro, almoçamos no Burger King! Ai, que delícia!
Depois, seguimos para o cinema, para assistir Shrek Forever em 3D!!! Nunca tinha visto um filme 3D, e é muito legal!!!! Shrek conseguiu manter a boa qualidade de história em todos os filmes, e esse não foi diferente! Ri muito do começo ao fim! É uma animação para adultos - esse mais do que os outros 3, e muito bem feito! Fantástico! O filme começa com a festa de aniversário dos 3 filhinhos de Shrek e Fiona, e o ogro estava com saudades de seus tempos de ogro assustador. E o vilão da história se aproveita desse saudosismo e faz uma proposta sacana para Shrek, que, na ingenuidade, aceita. Ele troca um dia qualquer de sua vida por um dia de ogro assustador. E toda a história muda! O resto, vocês terão que ver!