segunda-feira, 20 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Frio nos pés
Sempre preferi o verão e o calor. Inverno pode ser mais elegante, mas é frio! Extremamente frio!
Frio que me congela os pés, e sem raízes quentes o corpo não se aquece. Não adianta chá, sopa, chocolate, e seja lá mais o que for - os pés continuam gelados. Passo o dia todo tentando sair da posição encurvada e travada, mas o corpo se enrola para ter menos superfície de contato. Perco o tato, com tantos casacos, botas e boinas.
Não vejo a hora desse inverno passar!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
X-Men First Class
Hoje fui ao cinema com uma amiga assistir ao filme: X-Men First Class.
Adorei o filme! Por já ter assistido aos outros filmes, eu estava esperando bastante desse outro. E atendeu a todas as minhas expectativas!
O filme conta a história de Charles e Erick, desde crianças até o momento que se tornam professor Xavier e Magneto, respectivamente.
A atuação dos atores está fantástica, e há uma ponta de um personagem bem especial, que dá um toque de humor certeiro!
Quem ainda não viu, trate de ir ao cinema logo!
domingo, 5 de junho de 2011
Luto
Lutamos com dificuldade
Para superar adversidades
No entanto
Lutar nem sempre adianta
Quando a morte faz, da vida,
Lembrança
Transforma o verbo de força
Num substantivo impotente
Incoerente
Tira o AR da gente
Coloca O pesar bruto
Deixando apenas o luto.
Walter, descanse em paz.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Oração - A Banda mais bonita da cidade
Nos últimos dias a música "Oração" virou febre na internet. A letra é simples, a melodia é alegre e envolvente.
Segue a letra:
Meu amor
Essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabe em três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor
Essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa
Cabe o meu amor
Cabe em três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Sem sentidos
Faltam-me os sentidos
Nos meus gestos contidos
Incontidos de sentimentos
Que se esvaem com o vento
Toda essa calmaria
Não me ampara, mas angustia
Espero a tempestade
Para que lave a saudade
De tato
Olfato
E paladares de beijos
Que os olhares escutam ao longe
Como eco distante
Do silêncio cortante
Em um EU que não se basta
terça-feira, 31 de maio de 2011
Sem assunto
Não tenho escrito muito no blog - acho que estou com um certo bloqueio mental.
Estou incomodada, não tanto com o mundo onde habito, mas com o mundo que habita em mim. E enquanto essa inquietação não acabar, fico meio sem ação, sem ter muita vontade de verbalizar o palavras que nem mesmo eu sei.
domingo, 29 de maio de 2011
Piratas do Caribe 4
Essa semana fui ver Piratas do Caribe 4. Jack Sparrow, como sempre, está sem seu Pérola Negra. Ao tentar reunir marujos para recuperar seu navio, reencontra um antigo amor do passado. Ela então mostra o paradeiro do Pérola, e convence Jack a embarcar em uma aventura em busca da fonte da juventude, para então ela o ajudar a recuperar o navio. Muitas trapalhadas, muitas peripécias e muitas risadas. E, claro, os trejeitos cada vez mais loucos de Jack Sparrow!
Diversão garantida, assim como os outros filmes da série.
domingo, 22 de maio de 2011
Improvável!
Ontem fui assistir ao espetáculo Improvável. Já tinha visto vários vídeos no youtube, todos muito divertidos, mas nunca tinha tido a oportunidade de vê-los ao vivo. Até ontem.
Teatro lotado, sentamos. O encarte da peça já é, em si, uma comédia! Muito criativo e engraçado. Luzes se apagam, e a apresentação começa. Risada do começo ao fim!!! Os atores são muito bons!
Teatro lotado, sentamos. O encarte da peça já é, em si, uma comédia! Muito criativo e engraçado. Luzes se apagam, e a apresentação começa. Risada do começo ao fim!!! Os atores são muito bons!
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Dona Cila
Desde a primeira vez que ouvi essa música, há mais de um ano, eu me apaixonei! Linda, delicada, "Dona CIla", de Maria Gadu, é a música da vez.
De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minha alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu
Se queres partir, ir embora
Me olha de onde estiver
Que eu vou te mostrar que eu to pronta
Me colha madura do pé
Salve, salve essa nega
Que axé ela tem
Te carrego no colo e te dou minha mão
Minha vida depende só do teu encanto
Cila pode ir tranquila
Teu rebanho tá pronto
Teu olho que brilha e não para
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha
Neguinha, te encontro na fé
Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diacho, ele tem que querer
Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha
Precisando dormir
Quando ela chegar
Tu me faça um favor
Dê um manto a ela, que ela me benze aonde eu for
O fardo pesado que levas
Desagua na força que tens
Teu lar é no reino divino
Limpinho cheirando a alecrim
De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minha alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu
Se queres partir, ir embora
Me olha de onde estiver
Que eu vou te mostrar que eu to pronta
Me colha madura do pé
Salve, salve essa nega
Que axé ela tem
Te carrego no colo e te dou minha mão
Minha vida depende só do teu encanto
Cila pode ir tranquila
Teu rebanho tá pronto
Teu olho que brilha e não para
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha
Neguinha, te encontro na fé
Me mostre um caminho agora
Um jeito de estar sem você
O apego não quer ir embora
Diacho, ele tem que querer
Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
Vai chegar a rainha
Precisando dormir
Quando ela chegar
Tu me faça um favor
Dê um manto a ela, que ela me benze aonde eu for
O fardo pesado que levas
Desagua na força que tens
Teu lar é no reino divino
Limpinho cheirando a alecrim
quarta-feira, 18 de maio de 2011
E o português, como fica?
Nos últimos dias uma notícia sobre um livro distribuído pelo MEC gerou polêmica. Não tive contato com o livro, mas o que falam é que ele defende o erro de concordância. Li uma reportagem da Folha Online/uol, e um trecho da reportagem diz: Um capítulo do livro "Por uma Vida Melhor", da ONG Ação Educativa, uma das mais respeitadas na área, diz que, na variedade linguística popular, pode-se dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". (...) "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Concordo que na linguagem cotidiana nós emendamos uma palavra na outra, comemos alguns "R" e "S", abreviamos algumas palavras. Por exemplo, a palavra "você". Aqui cabe lembrar que "você" é uma sucessão de abreviações - a palavra original era "vossa mercê", que derivou para "vossemecê", indo para "vosmecê" até chegar, finalmente em "você" (que se transforma em "ocê" ou simplesmente "cê", na língua falada). Claro que a língua falada é diferente da língua escrita, a não ser em situações que exijam uma formalidade maior. Mas, ainda que ela seja mais branda, ela deve ser correta.
A linguagem coloquial indica exatamente uma informalidade, o que não quer dizer falar de qualquer jeito. Erros como: "a gente vamos", "nóis vai", a meu ver, não é informalidade, e sim erro de português. Para ser coloquial, bastaria falar: "a gente vai", ao invés de "nós vamos". A informalidade é marcada por palavras mais simples, pelo uso de gírias, de expressões populares, criando novos vocábulos, e isso é ótimo, pois enriquece o idioma. O português é uma língua viva, espera-se que esteja em constante transformação, mudança, adequação. Mas não é porque ela é viva que temos que torturá-la ou transformá-la em farrapos.
Infelizmente é o farrapo que vemos cada vez mais nas escolas. Professores não podem corrigir os alunos, porque isso limitaria sua imaginação, seria um preconceito linguístico. Oras, qual o papel do professor, se não o de informar, ensinar e corrigir? Uma coisa é zombar do jeito de falar de uma pessoa, ou então de sua ignorância por não ter tido a oportunidade de aprender. Outra coisa é barrar seu aprendizado. Não devemos pensar que o fato de usarmos uma linguagem coloquial nos dá a liberdade de não aprender o formal, ou de esquecermos de sua importância.
Concordo que na linguagem cotidiana nós emendamos uma palavra na outra, comemos alguns "R" e "S", abreviamos algumas palavras. Por exemplo, a palavra "você". Aqui cabe lembrar que "você" é uma sucessão de abreviações - a palavra original era "vossa mercê", que derivou para "vossemecê", indo para "vosmecê" até chegar, finalmente em "você" (que se transforma em "ocê" ou simplesmente "cê", na língua falada). Claro que a língua falada é diferente da língua escrita, a não ser em situações que exijam uma formalidade maior. Mas, ainda que ela seja mais branda, ela deve ser correta.
A linguagem coloquial indica exatamente uma informalidade, o que não quer dizer falar de qualquer jeito. Erros como: "a gente vamos", "nóis vai", a meu ver, não é informalidade, e sim erro de português. Para ser coloquial, bastaria falar: "a gente vai", ao invés de "nós vamos". A informalidade é marcada por palavras mais simples, pelo uso de gírias, de expressões populares, criando novos vocábulos, e isso é ótimo, pois enriquece o idioma. O português é uma língua viva, espera-se que esteja em constante transformação, mudança, adequação. Mas não é porque ela é viva que temos que torturá-la ou transformá-la em farrapos.
Infelizmente é o farrapo que vemos cada vez mais nas escolas. Professores não podem corrigir os alunos, porque isso limitaria sua imaginação, seria um preconceito linguístico. Oras, qual o papel do professor, se não o de informar, ensinar e corrigir? Uma coisa é zombar do jeito de falar de uma pessoa, ou então de sua ignorância por não ter tido a oportunidade de aprender. Outra coisa é barrar seu aprendizado. Não devemos pensar que o fato de usarmos uma linguagem coloquial nos dá a liberdade de não aprender o formal, ou de esquecermos de sua importância.
terça-feira, 17 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Matsuri
Hoje foi dia de festival japonês. É o quarto ano que fazem esse festival aqui na cidade, e cada ano fica melhor.
No Matsuri do ano passado tive uma experiência que me deixou mais esperta para esse ano - eu tinha ido por volta das 19h30, 20h, e a praça estava mega lotada! Enfrentei muita fila nas barracas de comida e provei o ditado: tem tem pressa come cru e quente. Infelizmente a pressa não era minha, mas sim do pessoal que trabalhava na preparação da comida. Como era muita gente para atender, eles não preparavam a comida no tempo certo, tirando-a antes, para poder preparar mais.
Então, para não repetir a dose esse ano, resolvi ir mais cedo. Foi ótimo! Combinei na praça por volta das 17h30. Tinha bastante gente, mas não estava mega lotada. Conseguimos comprar comida e também pegar uma mesa bem perto do palco. Assistimos a algumas apresentações, comemos, conversamos e rimos muito! Foi divertidíssimo.
Na hora de ir embora, uma banda se apresentava, e o refrão era: "ya sa sa", que penso eu ser o nosso "la la la". Pois é... enrolação em música, quando não se sabe o que cantar, existe em qualquer idioma.
No Matsuri do ano passado tive uma experiência que me deixou mais esperta para esse ano - eu tinha ido por volta das 19h30, 20h, e a praça estava mega lotada! Enfrentei muita fila nas barracas de comida e provei o ditado: tem tem pressa come cru e quente. Infelizmente a pressa não era minha, mas sim do pessoal que trabalhava na preparação da comida. Como era muita gente para atender, eles não preparavam a comida no tempo certo, tirando-a antes, para poder preparar mais.
Então, para não repetir a dose esse ano, resolvi ir mais cedo. Foi ótimo! Combinei na praça por volta das 17h30. Tinha bastante gente, mas não estava mega lotada. Conseguimos comprar comida e também pegar uma mesa bem perto do palco. Assistimos a algumas apresentações, comemos, conversamos e rimos muito! Foi divertidíssimo.
Na hora de ir embora, uma banda se apresentava, e o refrão era: "ya sa sa", que penso eu ser o nosso "la la la". Pois é... enrolação em música, quando não se sabe o que cantar, existe em qualquer idioma.
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