Estou com saudades. Tanta, e tão grande, que nem sei sua dimensão.
E ao mesmo tempo, estou em paz. Confiante no tempo e espaço.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
A Invenção de Hugo Cabret
Há duas semanas Ton e eu assistimos ao filme: "A Invenção de Hugo Cabret". Hugo, filho de um relojoeiro, fica órfão depois que o pai morre em um incêndio no museu onde trabalhava. A única lembrança que ele tem do pai é um Autômato - uma espécie de robô, que está quebrado.
Depois da morte do pai, Hugo vai morar em uma estação de trem, e se torna responsável pela manutenção dos relógios. Sua esperança é consertar o autômato, e para isso acaba vivendo altas aventuras.
O filme tem uma história singela e uma fotografia fantástica, que encanta do começo ao fim!
Depois da morte do pai, Hugo vai morar em uma estação de trem, e se torna responsável pela manutenção dos relógios. Sua esperança é consertar o autômato, e para isso acaba vivendo altas aventuras.
O filme tem uma história singela e uma fotografia fantástica, que encanta do começo ao fim!
domingo, 19 de agosto de 2012
Bye, bye, Orkut
Devo ter criado minha conta no orkut em 2004, 2005. A primeira rede social com a qual tive contato. Era novidade, poder encontrar pessoas de todos os lugares, entrar em comunidades e tudo o mais. Mas, com o passar dos anos uma nova rede foi ganhando espaço, e virou a nova febre.
Muito mais interativo e dinâmico, o Facebook cresceu rápido. Ainda assim, preferia o Orkut. Criei perfil no Twitter, acessava todos os dias, mas o Facebook ainda não havia me conquistado.
Assisti ao filme "Rede Social", que fala sobre a criação do "Face", e ainda assim não me convencia a criar um perfil lá. Porém, com as mudanças que o Orkut fazia na conta, e mais e mais amigos e conhecidos migrando de um para o outro, resolvi criar uma conta. Tornei-me parte da rede, e confesso que ele foi mais viciante do que o Orkut.
Conforme o tempo passava, eu acessava cada vez menos o Orkut, e hoje, depois de meses sem acessá-lo, resolvi colocar um ponto final. O Orkut já havia se tornado uma sombra, reticência sem fim. Não apagava o perfil de pena, de dó, por estar a tantos anos com a conta. Isso não fazia sentido. Então, em apenas 2 minutos e alguns botões, encerrei meu Orkut.
*2005 - 2012*.
Muito mais interativo e dinâmico, o Facebook cresceu rápido. Ainda assim, preferia o Orkut. Criei perfil no Twitter, acessava todos os dias, mas o Facebook ainda não havia me conquistado.
Assisti ao filme "Rede Social", que fala sobre a criação do "Face", e ainda assim não me convencia a criar um perfil lá. Porém, com as mudanças que o Orkut fazia na conta, e mais e mais amigos e conhecidos migrando de um para o outro, resolvi criar uma conta. Tornei-me parte da rede, e confesso que ele foi mais viciante do que o Orkut.
Conforme o tempo passava, eu acessava cada vez menos o Orkut, e hoje, depois de meses sem acessá-lo, resolvi colocar um ponto final. O Orkut já havia se tornado uma sombra, reticência sem fim. Não apagava o perfil de pena, de dó, por estar a tantos anos com a conta. Isso não fazia sentido. Então, em apenas 2 minutos e alguns botões, encerrei meu Orkut.
*2005 - 2012*.
Batman (again)
Nessa sexta fomos ao cinema para ver o último filme do Batman!
A sessão é longa, quase 3 horas, mas você não sente o tempo passar! Fiquei impressionada, adorei! O filme é tenso, do início ao fim, e inesperado a cada instante! Mordi o dedo, suei frio, fiquei agitada!
Gostei bastante de toda a trilogia. Os personagens são densos, Batman é um herói/ anti-herói, com defeitos, neuras, medos, mais próximo do real.
A sessão é longa, quase 3 horas, mas você não sente o tempo passar! Fiquei impressionada, adorei! O filme é tenso, do início ao fim, e inesperado a cada instante! Mordi o dedo, suei frio, fiquei agitada!
Gostei bastante de toda a trilogia. Os personagens são densos, Batman é um herói/ anti-herói, com defeitos, neuras, medos, mais próximo do real.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Passarinho
Estava eu no escritório, resfriada que só, trabalhando com uma mão no mouse e a outra no lenço, chorando pelo nariz.
Quando o lenço acabou, precisei me reabastecer. Fui até o banheiro e, quando abri a porta, tomei um susto! Escuto um "flarp, flarp, flarp", e achei que era um morcego. Olhei então para cima, e era um passarinho se debatendo. Encostei um pouco a porta, para ver se ele se acalmava. Não escutei mais barulho. Abri novamente a porta e: "flarp, flarp, flarp"! Ele se encostou em um cantinho do banheiro e, assim que me viu, recomeçou a se debater. Mas, dessa vez, ele foi em direção à janela, e conseguiu encontrar um vão para sair.
Fiquei aliviada, pois estava com medo que o bichinho se machucasse.
Quando o lenço acabou, precisei me reabastecer. Fui até o banheiro e, quando abri a porta, tomei um susto! Escuto um "flarp, flarp, flarp", e achei que era um morcego. Olhei então para cima, e era um passarinho se debatendo. Encostei um pouco a porta, para ver se ele se acalmava. Não escutei mais barulho. Abri novamente a porta e: "flarp, flarp, flarp"! Ele se encostou em um cantinho do banheiro e, assim que me viu, recomeçou a se debater. Mas, dessa vez, ele foi em direção à janela, e conseguiu encontrar um vão para sair.
Fiquei aliviada, pois estava com medo que o bichinho se machucasse.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Batman
Esse fim de semana foi dedicado ao Batman. Ainda não vi o novo filme, mas achei melhor relembrar os outros dois: "Batman Begins" e "Batman: The Dark Knight".
Simplesmente fantásticos!
Simplesmente fantásticos!
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Ton
Ton que me envolve
e revolve
Tirando-me de mim
E então me devolve
Assim
Ton que me canta
e me encanta
Girando-me no chão
No céu
Na música de nós dois
Ton que me abraça
Que enlaça
Suas letras nas minhas
Nosso cinema
Na tela
Aquarela
Infinitas cores de um só poema
segunda-feira, 16 de julho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Dia dos Namorados
Hoje é dia de flores vermelhas
De escutar com os olhos
Palavras que só o coração sabe dizer
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Dia de faxina
Aproveitei o feriado para fazer faxina no tijolinho. Ton me ajudou muito, apesar de estar maneta. Pois é... segunda-feira, ao sair de casa, ele sofreu um pequeno acidente e cortou a mão. Levou 13 pontos, espalhados por três dedos, e quatro deles estão com curativos. Ainda assim, ele me ajudou bastante na faxina. Limpou todos os vidros, os armários, e me ajudou a enxugar a louça. Enquanto isso, fiquei na parte das vassouras, panos e lavações.
Achei que teria apenas um apoio moral, mas ele sempre me surpreende!
Agora o tijolinho está cheiroso, e amanhã é dia de happy hour!
sábado, 19 de maio de 2012
Tijolinho
No edifício que se erguia
Veio minha desconstrução
Cada andar que subia,
Era uma pedra posta ao chão
De tantas formas fui desfeita
Ficando apenas um cordão
Fino
Forte essência do meu ser
Meu andaime do querer
Que o destino
Sem desatino
Me olhasse com saber
E um novo poder
Me fez crescer
Subir até o terceiro patamar
Meu novo lar
Tijolinho do viver
Olá!
Faz mais de um mês que eu não escrevo, e não é por falta de assunto! Muitas coisas acontecendo e pouco tempo.
O trabalho anda uma correria, com amiga gravidíssima, já quase saindo de licença.
O tijolinho tomando tempo também, com tantas coisas ainda por serem vistas! E cada segundo compensa! Está lindo, ficando aconchegante! Já não ecoa mais quando entro lá, está ganhando forma de lar.
E, com tanta coisa para fazer, quando tenho tempo, prefiro namorar do que ficar no computador, obviamente.
Vejo que a vida está numa nova fase, com muita energia positiva, muita alegria, muitas conquistas! E tenho tanto a agradecer!
Espero conseguir escrever com mais frequência, mas, se não o fizer, podem ter certeza que é porque está tudo certo.
O trabalho anda uma correria, com amiga gravidíssima, já quase saindo de licença.
O tijolinho tomando tempo também, com tantas coisas ainda por serem vistas! E cada segundo compensa! Está lindo, ficando aconchegante! Já não ecoa mais quando entro lá, está ganhando forma de lar.
E, com tanta coisa para fazer, quando tenho tempo, prefiro namorar do que ficar no computador, obviamente.
Vejo que a vida está numa nova fase, com muita energia positiva, muita alegria, muitas conquistas! E tenho tanto a agradecer!
Espero conseguir escrever com mais frequência, mas, se não o fizer, podem ter certeza que é porque está tudo certo.
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo em Olímpia!
Domingo foi um dia especial! Fizemos 9 meses juntos, e fomos até Olímpia, no parque aquático!
Madrugamos, literalmente, para pegar o ônibus de excursão para ir pra lá. Valeu à pena! O dia estava lindo, e o parque é muito divertido! Muitas piscinas diferentes, para todos os gostos.
Piscina de ondas, de corredeira, de água salgada (na qual você não afunda!), piscina de relaxamento, toboáguas (não me arrisco em nenhum), e mais tantas outras coisas.
Voltamos no fim da tarde, cansadíssimos, mas foi muito bom!
Madrugamos, literalmente, para pegar o ônibus de excursão para ir pra lá. Valeu à pena! O dia estava lindo, e o parque é muito divertido! Muitas piscinas diferentes, para todos os gostos.
Piscina de ondas, de corredeira, de água salgada (na qual você não afunda!), piscina de relaxamento, toboáguas (não me arrisco em nenhum), e mais tantas outras coisas.
Voltamos no fim da tarde, cansadíssimos, mas foi muito bom!
domingo, 8 de abril de 2012
A Separação
Faz umas duas semanas, Ton e eu fomos ver um filme iraniano, chamado "A Separação".
A primeira cena mostra marido e mulher na sala do juiz, argumentando sobre o porque da separação. Ela quer ir para fora do país, mas o marido não quer, porque não pode deixar o pai, que sofre de Alzheimer, sozinho. O marido então concede a separação, apesar de os dois se gostarem muito. A filha do casal resolve morar com o pai, na tentativa de reunir os dois. Mesmo assim, a mulher sai de casa.
Com a saída dela, o marido se vê obrigado a contratar uma pessoa que ajude a cuidar do pai enquanto ele trabalha. Ele contrata então uma moça que tem uma filha de uns 5 anos.
A cada dia a moça se depara com uma dificuldade ao cuidar do senhor. Num descuido, ele foge de casa, e ela corre atrás dele, numa rua muito movimentada. No dia seguinte, ela vai trabalhar com um grande mal-estar, com dores e tonturas. Passa mal, e deixa o senhor sozinho na cama, amarrado com um lenço.
O homem e a filha chegam e, ao entrarem em casa, não encontram nem a moça, nem a menina, e encontram o pai caído ao lado da cama, desacordado. Logo depois, a moça chega, e o homem fica muito bravo com a moça, e a expulsa.
No dia seguinte, ele fica sabendo, através da ex-mulher, que a moça perdeu o bebê. Aí começa a grande confusão do filme. A moça e o marido dela acusam o homem de a ter jogado pela porta, fazendo-a cair escada abaixo, causando o aborto. O homem fala que não a jogou, e acusa a moça de ter abandonado seu pai amarrado à cama.
A confusão vai aumentando, tomando proporções cada vez maiores, gerando um distanciamento do casal, e a filha fica cada vez mais angustiada, sem saber se acredita ou não no pai.
Um filme denso, que faz pensar na relação humana nas suas várias dimensões, e mostra o poder das palavras, e como um mal-entendido pode gerar tantos conflitos.
A primeira cena mostra marido e mulher na sala do juiz, argumentando sobre o porque da separação. Ela quer ir para fora do país, mas o marido não quer, porque não pode deixar o pai, que sofre de Alzheimer, sozinho. O marido então concede a separação, apesar de os dois se gostarem muito. A filha do casal resolve morar com o pai, na tentativa de reunir os dois. Mesmo assim, a mulher sai de casa.
Com a saída dela, o marido se vê obrigado a contratar uma pessoa que ajude a cuidar do pai enquanto ele trabalha. Ele contrata então uma moça que tem uma filha de uns 5 anos.
A cada dia a moça se depara com uma dificuldade ao cuidar do senhor. Num descuido, ele foge de casa, e ela corre atrás dele, numa rua muito movimentada. No dia seguinte, ela vai trabalhar com um grande mal-estar, com dores e tonturas. Passa mal, e deixa o senhor sozinho na cama, amarrado com um lenço.
O homem e a filha chegam e, ao entrarem em casa, não encontram nem a moça, nem a menina, e encontram o pai caído ao lado da cama, desacordado. Logo depois, a moça chega, e o homem fica muito bravo com a moça, e a expulsa.
No dia seguinte, ele fica sabendo, através da ex-mulher, que a moça perdeu o bebê. Aí começa a grande confusão do filme. A moça e o marido dela acusam o homem de a ter jogado pela porta, fazendo-a cair escada abaixo, causando o aborto. O homem fala que não a jogou, e acusa a moça de ter abandonado seu pai amarrado à cama.
A confusão vai aumentando, tomando proporções cada vez maiores, gerando um distanciamento do casal, e a filha fica cada vez mais angustiada, sem saber se acredita ou não no pai.
Um filme denso, que faz pensar na relação humana nas suas várias dimensões, e mostra o poder das palavras, e como um mal-entendido pode gerar tantos conflitos.
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