domingo, 28 de abril de 2013
Em férias
O motivo foi simples e fantástico - FÉRIAS.
E essas foram mais do que especiais. Foram tiradas para visitar o namorado, que está fora. Um pequeno tour pelo velho continente, para renovar as energias e matar as saudades.
E depois de ver tantas coisas lindas, na melhor companhia que eu poderia ter, volto à rotina, ao trabalho e conto os dias para setembro.
Viajei para encontrar a primavera, e agora enfrentarei outono e inverno para aguardar nova primavera.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Les Misérables
Retratando o período pós Revolução Francesa, o filme mostra a vida de Jean Valjean, um homem que passa 19 anos aprisionado, trabalhando feito escravo, por ter roubado 1 pão para alimentar o filho de sua irmã. Ao conseguir a liberdade, percebe que ainda é prisioneiro das circunstâncias (e também de Javert, um oficial que segue à risca o que diz a lei, sem contestar) - não consegue trabalho nem abrigo, até ser amparado por um padre, que resgata a essência de Jean, dando-lhe a oportunidade de mudar de vida. Os anos passam, e Jean, agora com outro nome, torna-se um homem bem-sucedido. E a vida coloca em seu caminho Fantine, uma jovem mãe solteira que, ao ser mandada embora da fabrica de Jean, vira prostituta para conseguir mandar dinheiro para o casal que cuida de sua pequena Cosette. Fantine, em seu leito de morte, conversa com Jean, que promete cuidar de sua filha. E assim o faz, entre perigos, fugas, encontros e desencontros, com Javert sempre por perto.
Não me prolongarei mais na história, pois não pretendo escrever um resumo. Agora quero falar da comoção que o filme me causou! Do começo ao fim, fiquei impressionada com a interpretação dos atores! Com todos os seus diálogos cantados, a atuação não foi feita em play-back, mas sim com as músicas cantadas ao longo das cenas, acompanhadas por um piano, para guiar os atores. E isso faz uma diferença tremenda! Foi esse o motivo de eu tanto querer ver o musical. Eu já tinha visto um making-of do filme, onde Hugh Jackman e outros atores falam dessa particularidade, de poder atuar e cantar na hora, ao invés de seguir a canção. Em cada nota sai não apenas a música, mas a emoção do personagem, suas angústias, alegrias, tristezas, desespero, abnegação. Fiquei emocionada durante todo o filme, e no final chorei, sentindo as lágrimas grossas correndo pelo rosto.
Um filme fantástico!!!!!!!!!!
sábado, 9 de março de 2013
Ansiedade
Grandes oportunidades vem com grandes responsabilidades. Esses últimos meses tem sido desafiadores. Namoro à distância; trabalho e mais trabalho, problemas com um vizinho. Claro, tudo ao mesmo tempo.
Mas, ao mesmo tempo, grandes conquistas. E uma viagem, para matar a saudade. Todo esse turbilhão de coisas acontecendo dos dois lados do oceano, com um grande sentimento como ponte. Mais alguns dias e a distância será apenas a da respiração entre nós.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Saudades
De vez em quando ela doi. Não por tristeza, mas pela alegria do que era antes. Saudade dos olhos, do riso, dos beijos.
A saudade doi porque está apressada, quer que o tempo voe. Mas o tempo segue seu próprio ritmo, sem aceitar imposições.
Ah, tempo. Acabe logo com a angústia que a saudade provoca, e corra o relógio para frente.
sábado, 12 de janeiro de 2013
O papel no desenho
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Cores de Ano Novo
domingo, 30 de dezembro de 2012
Contos em Aquarela
A lista traz as últimas visitas, com os posts mais lidos. Resolvi então abrir todos os posts que estavam na lista, e acabei me surpreendendo. Sempre me surpreendo quando leio meu próprio blog. É como voltar ao tempo, entender o processo, o momento de vida de cada texto, sua importância e seu significado.
Alguns textos carregam a doçura da vida, outros desabafam a dor que precisava ser posta para fora.
Há textos circenses, que brincam com as palavras, fazem poemas em malabarismos. Outros que carregam a força necessária para seguir adiante.
Há textos de pura reflexão, outros cinematográficos, e aqueles que simplesmente fazem música, descorrendo suas letras.
Sei que minha produção ultimamente tem sido pequena, mas ainda assim o blog me traz muito contentamento. Fico feliz de escrevê-lo e também de poder revê-lo. Percebo meu amadurecimento e minhas mudanças pessoais ao longo desse tempo todo, desses anos todos (pois é! O blog foi criado no fim de 2007). E é muito interessante me redescobrir através de minhas próprias palavras!
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Fim de ano 2012
Se eu pudesse escolher uma data para o fim do mundo, seria 20/12/2012. Uma verdadeira poesia de números, se repetindo aos pares. Entretanto, os maias preferiram o dia seguinte - esse foi o erro. Ao decretar o 21 não colocaram o término, mas fizeram um novo início. 20 era redondo, encerrava a data no par. Definitivamente o fechamento de um ciclo. Porém não era 20, mas 21. Vinte e um começou fadado ao fim, e mostrou ao mundo que é um verdadeiro começo: 20 + 1, e todas as possibilidades do mundo.
sábado, 15 de dezembro de 2012
Sábado à tarde
domingo, 2 de dezembro de 2012
9 Chorando sem Parar
sábado, 1 de dezembro de 2012
Novidades?
Muitas coisas acontecendo na vida profissional, um clima de mudanças no ar, e de chegada de novos desafios. Uma nova fase começará no próximo ano, e espero ter tranquilidade e paciência para lidar com essa nova oportunidade e essas novas perspectivas.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Lenine!
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Calvin e o medo do tijolinho
Assim que chegamos, ele começou a chorar. Ontem, demorei mais do que costumo, pois, além de regar as plantas, ainda resolvi tirar o pó de todos os armários.
E por falar em armários, esse mês acabei de pagá-los!!!! Que felicidade!!! Voltando ao assunto, quando comecei a limpar os móveis, ele percebeu que chorar não adiantaria. Então, passou a se esconder embaixo de um armário, de outro. E, mesmo quando acabei, ele continuou embaixo do armário. Mostrei a coleira, falei que íamos embora, e nada. Precisei puxá-lo de lá, para voltarmos para casa.
domingo, 11 de novembro de 2012
Feira do Livro Espírita
E esse ano a feira contou com uma participação especial - Nelson Xavier, que interpretou Chico Xavier no cinema, apresentou um monólogo.
Foi lindo! Indescritível! Ele contou um pouco de sua vida, e dos diversos acontecimentos que prepararam a chegada de Chico em sua vida.
Sua fala foi de tanta delicadeza, de tanto amor, de tanta paz, que irradiou a todos.
Em um determinado momento, ele se dirige à mesa presente no pequeno palco, e senta-se, colocando a boina na cabeça. Dali em diante, não é Nelson, mas Chico. A transformação é incrível. A voz suaviza, o semblante muda. E as frases ditas são de caridade.
Foi uma apresentação maravilhosa.
Obrigada Nelson, por nos dar de presente o seu Chico.